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Câmara de Várzea Grande abre processo seletivo com salário de até R$ 1,5 mil

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Da Redação

Estão abertas nesta quinta-feira (27) as inscrições para o processo seletivo da Câmara Municipal de Várzea Grande para selecionar profissionais que vão atuar temporária. São seis vagas para contratação imediata. Os salários variam de R$ 1,1 mil a R$ 1,5 para trabalhar de 30 a 40 horas semanais.

As vagas são para serviços gerais, garçom, vigilante. Para o cargo de serviços gerais o vencimento é no valor de R$ 1. 140,31; já para vigilante e garçom os salários são de R$ 1,5 mil. Conforme o presidente da Casa de Leis, o vereador Fábio José Tardin – Fabinho (DEM), a contratação será pelo prazo determinado de 12 meses, podendo ser renovado por igual período.

Os profissionais interessados em participar da seleção devem se inscrever, exclusivamente de forma presencial, na câmara, na avenida Alzira Santana, no bairro Água Limpa entre os dias 27 de fevereiro a 11 de março, das 08h às 13h. Não será cobrada taxa de inscrição.

Segundo o edital, a Câmara pretende contratar um garçom, dois vigilantes e três servidores para o setor de serviços gerais. O edital compreende na escolha por meio de análise curricular, análise de documentos e entrevista.

O resultado final do Processo Seletivo Simplificado será homologado por decreto do Poder Legislativo Municipal, observado o prazo legal para interposição de recursos, e será publicado no site http://www.camaravarzeagrande.mt.gov.br/ e facultativamente na imprensa local, de forma resumida ou integral, a critério da Câmara Municipal.

 

 

Foto: Ilustração

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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