"NOVA DECISÃO"

Mesa Diretora da Assembleia Legislativa tem nova composição

A eleição, que definiu Eduardo Botelho presidente, foi realizada na Sessão Ordinária de 10/6/2020, para composição da Mesa Diretora no biênio 2021-2022

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Com o novo entendimento do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que restaurou a eficácia da eleição realizada para a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT) para o biênio 2021/2022, torna a recondução imediata de seus membros aos cargos antes ocupados. 

A revogação da cautelar permite a recondução do deputado estadual Eduardo Botelho (União) ao cargo de presidente da Assembleia Legislativa para o término do biênio 2021/2022. Botelho foi reeleito presidente com 22 votos, pela chapa União e Trabalho. 

A composição dos demais cargos estão definidos da seguinte forma: 1º vice-presidente, Janaína Riva (MDB); 2º vice-presidente, Wilson Santos (PSDB); 1º secretário, Maxi Russi (PSB); 2º secretário, Valdir Barranco (PT); 3º secretário, Delegado Claudinei e 4º secretário, Paulo Araújo (PP). 

A decisão do ministro Alexandre de Moraes foi divulgada na última quinta-feira (24), como parte do relatório à ação direta de inconstitucionalidade (ADI) que será analisado pelo pleno da Corte Suprema e poderá ser cassada pelo colegiado. 

O ministro argumentou que a sua decisão monocrática, de fevereiro de 2021, de determinar nova eleição da Mesa Diretora, poderá ser cassada pelo colegiado, visto que a medida partiu de uma lei aprovada após a eleição interna da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. 

Foto: Maurício Barbant – ALMT

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Podemos concentra R$ 2 milhões em campanha e mira bancada de seis deputados

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O Podemos decidiu apostar alto na eleição proporcional de Mato Grosso e já destinou R$ 2,05 milhões em recursos de campanha aos candidatos que disputam vagas na Assembleia Legislativa. A estratégia acompanha uma meta ambiciosa anunciada pelo partido: eleger pelo menos seis deputados estaduais e formar uma das maiores bancadas da próxima legislatura.

A legenda lançou 25 nomes para a disputa pela ALMT e, de acordo com o presidente estadual do Podemos, Max Russi, trabalha com a expectativa de conquistar seis cadeiras, podendo chegar a sete. A projeção colocaria o partido com um quarto das 24 vagas do Legislativo estadual.

A distribuição dos recursos, porém, não ocorre de maneira uniforme. O próprio Max Russi, que busca a reeleição e atualmente preside a Assembleia, recebeu R$ 450 mil, o maior repasse registrado até agora. O valor representa cerca de 22% de todo o montante distribuído pelo partido.

Na sequência aparecem Karen Rocha, com R$ 200 mil, e Beto Dois a Um e Valdeníria Dutra, com R$ 150 mil cada. Outros sete candidatos, Adelcino Lopo, Bira, Geovane Gamba, Janailza Taveira, Allan Kardec, Sargento Casarin e Scheila Pedroso, receberam R$ 100 mil cada.

Também foram registrados repasses de R$ 50 mil para Alessandra Ferreira, Alex Rodrigues, Gustavo Bang, Joize Marques, Marcos Paulista, Meraldo Sá, Priscila Dourado e Salete Bergamin. Enquanto isso, Fabinho Tardin, Mauro Savi, Rafael Machado e Ulysses Moraes ainda não haviam recebido recursos do partido no levantamento. Carlos Kan aparece como inapto por não ter apresentado prestação de contas à Justiça Eleitoral.

A estratégia financeira revela uma tentativa do Podemos de transformar a força da chapa em representação efetiva no plenário. A legenda trabalha com a possibilidade de ampliar significativamente sua presença na Assembleia, mas o resultado dependerá do desempenho conjunto dos candidatos e da distribuição das vagas pelo sistema proporcional.

Com a maior parte da verba ainda concentrada em um grupo específico de candidaturas, o desempenho das urnas também será um teste para a aposta feita pela direção partidária. A promessa de seis cadeiras significa, na prática, conquistar 25% da Assembleia, uma meta que colocaria o Podemos no centro das articulações pelo comando da próxima legislatura.



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