Regularize até 04 de maio

Sinop tem 13,2 mil eleitores com títulos cancelados

Para regularizar a situação da inscrição o atendimento é remoto através do site do TRE, o primeiro turno do pleito acontecerá no primeiro em 2 de Outubro

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Foto: TRE

O Tribunal Regional Eleitoral detalhou, ao Só Notícias, que aproximadamente 13,2 mil moradores de Sinop estão com títulos cancelados e impedidos de votar para presidente, governador, senador e deputados, em outubro, por ausência nas três eleições ou na revisão biométrica. O prazo para regularização acaba em 4 de maio.

Para regularizar a situação da inscrição o atendimento é remoto através do site do TRE. Não é necessária a coleta biométrica, já que ela está suspensa desde março de 2020. Os dados ficam sem biometria, foto e assinatura.

No atendimento online, o eleitor deve ir na barra de atendimento e seguir o passo a passo. Inicialmente, é feita consulta da situação, depois tem que ser enviado digitalizada a documentação com foto frente e verso, além de uma selfie segurando o documento e o comprovante de residência de pelo menos três meses.

Para eleitores do sexo masculino e para quem completa 19 anos neste ano, é obrigatória apresentação da quitação militar. O novo título do eleitor não será impresso e estará disponível na versão através do aplicativo E-Título.

O primeiro turno do pleito acontecerá no primeiro em 2 de Outubro.

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Podemos concentra R$ 2 milhões em campanha e mira bancada de seis deputados

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O Podemos decidiu apostar alto na eleição proporcional de Mato Grosso e já destinou R$ 2,05 milhões em recursos de campanha aos candidatos que disputam vagas na Assembleia Legislativa. A estratégia acompanha uma meta ambiciosa anunciada pelo partido: eleger pelo menos seis deputados estaduais e formar uma das maiores bancadas da próxima legislatura.

A legenda lançou 25 nomes para a disputa pela ALMT e, de acordo com o presidente estadual do Podemos, Max Russi, trabalha com a expectativa de conquistar seis cadeiras, podendo chegar a sete. A projeção colocaria o partido com um quarto das 24 vagas do Legislativo estadual.

A distribuição dos recursos, porém, não ocorre de maneira uniforme. O próprio Max Russi, que busca a reeleição e atualmente preside a Assembleia, recebeu R$ 450 mil, o maior repasse registrado até agora. O valor representa cerca de 22% de todo o montante distribuído pelo partido.

Na sequência aparecem Karen Rocha, com R$ 200 mil, e Beto Dois a Um e Valdeníria Dutra, com R$ 150 mil cada. Outros sete candidatos, Adelcino Lopo, Bira, Geovane Gamba, Janailza Taveira, Allan Kardec, Sargento Casarin e Scheila Pedroso, receberam R$ 100 mil cada.

Também foram registrados repasses de R$ 50 mil para Alessandra Ferreira, Alex Rodrigues, Gustavo Bang, Joize Marques, Marcos Paulista, Meraldo Sá, Priscila Dourado e Salete Bergamin. Enquanto isso, Fabinho Tardin, Mauro Savi, Rafael Machado e Ulysses Moraes ainda não haviam recebido recursos do partido no levantamento. Carlos Kan aparece como inapto por não ter apresentado prestação de contas à Justiça Eleitoral.

A estratégia financeira revela uma tentativa do Podemos de transformar a força da chapa em representação efetiva no plenário. A legenda trabalha com a possibilidade de ampliar significativamente sua presença na Assembleia, mas o resultado dependerá do desempenho conjunto dos candidatos e da distribuição das vagas pelo sistema proporcional.

Com a maior parte da verba ainda concentrada em um grupo específico de candidaturas, o desempenho das urnas também será um teste para a aposta feita pela direção partidária. A promessa de seis cadeiras significa, na prática, conquistar 25% da Assembleia, uma meta que colocaria o Podemos no centro das articulações pelo comando da próxima legislatura.



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