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Oficinas do programa ‘Amigas Empreendedoras’ iniciam na próxima segunda (17)

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Da Redação

As oficinas de corte e costura, cabeleireiro, culinária, designer de sobrancelhas e artes, que serão oferecidas de forma gratuita, na Subprefeitura – localizada na região do grande Cristo Rei – terão início no dia 17 de fevereiro. Os cursos fazem parte do programa “Amigas Empreendedoras”, idealizada e coordenada pela Secretaria Municipal de Assistência Social.  

Além das oficinas realizadas na sub-prefeitura, os cursos também ocorrerão em polos localizados nos bairros Hélio Ponce de Arruda, Cohab Jaime Campos, Maringá II, Princesa do Sol, Alameda, Construmat, Joaquim Curvo, Carrapicho, Santa Clara e Ponte Nova. 

De acordo com a superintendente de cursos da região do grande Cristo Rei, Valdete Flores, ainda existe vagas abertas para algumas oficinas, tanto na subprefeitura, como nos demais polos espalhados em mais de 70 bairros da cidade. “Os interessados devem procurar as unidades instaladas próxima as suas residências e efetuar a inscrição. Vale lembrar que os cursos têm diferentes períodos de duração, e que assim que for concluída uma etapa, novos alunos poderão se inscrever no seu curso de interesse”, informou.

O vice-prefeito José Hazama reforça que todas as oficinas têm custo zero para a população, e que o programa “Amigas Empreendedoras” tem por objetivo focar na qualificação profissional tanto dos moradores da região do Cristo Rei, como de todas as outras regiões onde o programa é desenvolvido.

Hazama lembra que o programa desde que foi criado já habilitou um grande número de contingente de pessoas para o mercado de trabalho, e que muitos já estão atuando de forma autônoma ou vinculada a uma empresa privada.  “A população mais carente necessita dessa oportunidade e o que a administração municipal tem feito é tornado possível que eles realizem uma capacitação, na garantia de um futuro emprego ou o aumento da renda familiar”.

A secretária de Assistência Social, Flávia Omar disse que essa administração tem buscado ao longo dos anos aplicar políticas públicas que vêm ao encontro da necessidade da população, principalmente, a mais carente, desenvolvendo ações de empreendedorismo, e ao mesmo tempo, motivando as pessoas, principalmente as mulheres, para que aprendam uma profissão. “Em 2019 o programa “Amigas Empreendedoras” atendeu cerca de 5 mil mulheres em mais de 70 bairros da cidade. A nossa meta neste ano é manter esse número ou até mesmo aumentar esse percentual, beneficiando um maior número de pessoas”.

Foto: Secom-VG

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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