Mato Grosso

Pai e filho são presos transportando 3 kg de pasta base de cocaína

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Mato Grosso

Da Redação

Pai e filho foram presos por tráfico de drogas na noite de quarta-feira (12), na BR 070, em Poconé (104 km de Cuiabá). Eles transportavam 3 kg de cocaína em um veículo.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), os suspeitos estavam tentando fugir de uma fiscalização de rotina que estava acontecendo na BR.

Logo após, os agentes fizeram acompanhamento e viram quando pararam o veículo, e o passageiro desceu fugindo em direção a uma região de mata.

Ao ser abordado o condutor relatou que levava um passageiro com mandado de prisão em aberto e por isso não parou o veículo na hora da fiscalização.

Após as diligências, os policiais capturaram o suspeito, que é filho do condutor. Ele confessou à polícia que não havia nenhum mandado de prisão em aberto e sim fugiu porque estaria transportando drogas.

Os policiais fizeram uma busca e foram encontrados 3 kg de pasta base de cocaína distribuídas em três tabletes.

Eles foram presos e conduzidos a delegacia da cidade de Poconé.

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Mato Grosso

TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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