Mato Grosso

3 Municípios de Mato Grosso tem alerta para Chagas, leishmaniose e Malária

Publicado em

Mato Grosso

Da Redação

 

Três municípios de Mato Grosso estão na lista dos 434 em todo o país que receberam recurso extra do Ministério da Saúde para investir em ações de prevenção e controle a três doenças específicas: malária, leishmaniose e doença de chagas.

O Ministério da Saúde liberou recursos para esses 3 municípios de Mato Grosso porque estão sob alerta por conta dos altos números dessas doenças.

No caso da malária, Mato Grosso está entre os oito Estados com mais registros da doença. Em todo o país, só no ano passado, foram notificados 131,9 mil casos de infecção.

Para a leishmaniose e doença de chagas, as estatísticas são de 2018. A primeira contabilizou 3,4 mil casos no Brasil. A segunda, teve 380 casos agudos confirmados. As estatísticas são de 2018

O Município de Colniza (1.065 km a nordeste de Cuiabá), Água Boa (730 km a leste) e Dom Aquino (166 km ao sul), vão receber cerca de R$ 70 mil para o combate da malária, doença de chagas e leishmaniose. As duas primeiras prefeituras tiveram direito a R$ 30 mil cada e Dom Aquino ficou com R$ 10 mil. A ajuda é parte de um recurso extra do Ministério de Saúde para o combate de doenças transmitidas por vetores.

Os valores foram divididos de acordo com a taxa de incidência e a população. Ao todo foram liberados R$ 35,5 milhões para as regiões prioritárias.

No país, 434 prefeituras receberam o recurso extra para combater essas doenças.

Além de Mato Grosso, foram contemplados municípios do Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Piauí, Paraná, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul, Sergipe, São Paulo, Tocantins, Distrito Federal e Espírito Santo.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Mato Grosso

Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

Publicados

em


Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA