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Nota MT realiza segundo sorteio do ano nesta quinta-feira (13)

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Da Redação

A Secretaria de Fazenda realiza nesta quinta-feira (13.02), o segundo sorteio mensal do Programa Nota MT neste ano. Nele estarão concorrendo 1.861.475 bilhetes, gerados com base nas notas fiscais emitidas de 1º a 31 de janeiro. É o segundo maior número no programa, perdendo apenas para o do mês de dezembro, quando foram gerados 2.187.981 bilhetes. 

Serão premiados cinco consumidores com R$ 10 mil e mais mil com prêmios de 500 reais. Como no mês anterior, o sorteio acontecerá a partir das 14h30min, na Secretaria de Fazenda, em Cuiabá. Cerca de 250 mil consumidores participam deste sorteio

Os sorteios mensais, de acordo com o calendário divulgado pela Sefaz, ocorrem sempre na segunda quinta-feira de cada mês, com base nos números sorteados pela Loteria Federal no dia anterior. Durante o ano de 2020 ocorrerão também quatro concursos especiais, que acontecem em datas comemorativas. O primeiro é o de Carnaval, no dia 19 de março e o último, de Natal, no dia 17 de dezembro. Os sorteios especiais distribuem 5 prêmios de R$ 50 mil em cada um.

O primeiro sorteio de 2020 do Nota MT neste ano, realizado no dia 08 de janeiro, premiou 998 consumidores de Mato Grosso e quatro moradores de outros estados. Dos premiados, 554 eram de Cuiabá e Várzea Grande. Sinop teve 72 ganhadores, seguido de Rondonópolis e Tangará da Serra com 66 e 43 premiados, respectivamente. O Programa Nota MT possui em seu cadastro moradores dos 141 municípios de Mato Grosso.

Foto: SEFAZ-MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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