Agricultura Familiar

Programa de garantia de preços ampara a safra de verão 2022

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Economia

Foto: Maicon Sartin

Os produtos da safra de verão amparados pelo Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF), a partir do dia 10 de janeiro de 2022 e terão novos preços de garantia.

O Conselho Monetário Nacional (CMN), aprovou recentemente o reajuste, que tem validade de um ano, esse foi publicado no Diário Oficial da União. Os valores atualizados serão utilizados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para o cálculo do bônus oferecido mensalmente pelo programa.

Os custos são levantados pela companhia e levam em consideração os coeficientes técnicos e preços de fertilizantes, defensivos, mão de obra, máquinas, entre outros. Os preços de garantia são definidos com base no custo variável de produção médio regional.

O PGPAF oferece uma bonificação ao agricultor que teve o seu cultivo com preços abaixo do valor de garantia oferecido pelo programa. A publicação da portaria com os valores do bônus mensal é realizada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que repassa aos agentes financeiros. Ai o desconto aos produtores nos seus financiamentos do Pronaf de forma automática, sem necessidade de solicitação é feito pelos agentes.

Também foi aprovado pelo Conselho modificações na seção do PGPAF no Manual de Crédito Rural. Alterações, atualizar, uniformizar e agrupar as informações de tipos e variedades de produtos, é um dos focos do projeto, para apuração de preços de mercado nas regiões e estados onde são realizadas as pesquisas.

Há ainda a metodologia de apuração de custos de produção e de preços de mercado dos produtos amparados pelo programa, que será definida pelo Comitê Gestor do PGPAF formado pelos ministérios da Economia (ME) e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), e também pela Conab.

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IBGE disponibiliza a partir de amanhã mapas-múndi inéditos

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) irá liberar, a partir de amanhã (7), Dia da Independência do Brasil, no site de sua loja, o acesso aos mapas-múndi do Brasil lançados de 2024 a 2026. A versão mais recente foi aprovada globalmente, na última sexta-feira (4), na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU).

A reunião é a oportunidade para que chefes de Estado e governo dos Estados-membros debatam tópicos mundiais e proponham deliberações que, embora não tenham força de lei, são dotadas de relevante carga política. No caso dos mapas-múndi, a votação foi encerrada com 164 países favoráveis à mudança e utilização da projeção Equal Earth, que se aproxima dos mapas disseminados pelo IBGE.

O único voto contrário foi dos Estados Unidos. Seis abstenções foram registradas. 

Embora somente agora a pauta tenha ganhado destaque na assembleia, a reivindicação por uma representação mais fidedigna à realidade, com proporções corretas, é antiga. A fundamentação da proposta aprovada é resultado de um esforço da União Africana (UA), algo coerente, já que o continente africano é, desde o século 16, diminuído nos mapas-múndi adotados, assim como é a América do Sul. 

Como referência daquela época até a atualidade, é usado um feito pelo cartógrafo Gerardus Mercator, para navegação e que espelha a percepção dos colonizadores. Regiões como a América do Norte e a Groenlândia nele aparecem ampliadas, sem corresponder às dimensões que têm concretamente.

“A adoção da projeção Equal Earth pela ONU reforça a posição da Diretoria de Geociências do IBGE de acompanhar de forma contínua as inovações cartográficas e de adotar representações do mundo que dialoguem com demandas sociais por mais equilíbrio e justiça na forma de mapear o nosso planeta”, argumenta Maria do Carmo Bueno, Diretora de Geociências do IBGE.




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