Eleições 2022
Movimentações aquecem até na véspera do Natal
De nada adianta mudar o nome de um partido, se a conduta ainda segue o passado, ultrapassado, inadequado para o período contemporâneo.
Política
O cenário eleitoral vai ganhando formato dia a dia, hoje, por enquanto, a disputa está em quem é o melhor gestor no exercício de sua função, com salários, direitos, construções, avanços que beneficiam ambos os lados. São disputas assim que garantem ao menos melhorias para o povo, quem paga em dia, quem lança e entrega mais obras, quem pode sair no meio da população com a satisfação do trabalho realizado e dever cumprido.
Um verdadeiro choque cultural, administrativo e econômico está acontecendo, envolvendo o antigo e o novo formato da política, ações que geram contentamento por um lado, porém muitos descontentamentos, ainda mais do lado que não está mais sendo tão favorecido como acontecia no período de 1900 e alguma coisa.
Para quem estava esperando fartura apenas na sua mesa, nesta ceia de natal, se enganou, milhares pessoas foram beneficiadas com a cesta de natal, e mais os recursos do Ser Família, do governo do estado, ações que fizeram a diferença na vida de milhares de pessoas menos favorecidas, porém, aqueles que estavam costumados com tudo, ou a maioria das coisas para eles, não demonstraram tanto contentamento.

Foto: Ilustrativa
De nada adianta mudar o nome de um partido, se a conduta ainda segue o passado, ultrapassado, inadequado para o período contemporâneo, assim os conflitos vão ficar ainda mais intensos, quem não entrar no modo de adaptação, aceitar que novos comportamentos e modelos são necessários para atender a modernidade, podem seguir o caminho da aposentadoria.
Mesmo com o período natalino, quando a compreensão, perdão, carinho, amor ao próximo, amizade, generosidade, fraternidade, são assuntos, comportamentos, sentimentos em destaque, o cenário político da continuidade nas aquisições, afastamentos e exclusões de peças que não conseguem atingir os formatos necessários para o desenvolvimento de novos projetos, não encaixa.
Hoje, com tanta tecnologia, com novos meios de comunicação, aqueles que só fala, está sendo excluído, não só dos grupos, mas principalmente da preferência do eleitorado, se fez, ou não está fazendo, para falar o Pantanal já está cheio de “Papagaio”.
Se para o Natal as movimentações estão intensas, no réveillon, muitos brilhos e fogos vão iluminar novos caminhos, que venham as eleições de 2022.
Foto: Várzea Grande Shoppings / Divulgação
Política
Sancionada lei que autoriza o BNDES a criar subsidiárias
Foi sancionada pela Presidência da República a Lei 15.501, de 2026, que autoriza o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a constituir novas subsidiárias para ampliar sua capacidade de atuação. Pela norma, o BNDES — que já conta com subsidiárias, como o BNDESPar, que atua no mercado de capitais, e a Finame, de financiamento à indústria — poderá criar outras para complementar sua atuação, desde que obedeça às determinações da Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101, de 2000).
A norma foi sancionada com veto à criação do Fundo de Crédito à Exportação (FCE), que, para o Poder Executivo, já tem seus objetivos alcançados por outras políticas públicas. Dos 13 dispositivos do texto enviado à sanção pelo Congresso, dez se referiam ao novo fundo para exportadores e foram vetados.
Publicada nesta quinta-feira (10) no Diário Oficial da União (DOU), a lei tem origem no PL 5.961/2025, do então senador Fernando Farias (MDB-AL). O projeto foi aprovado com relatório favorável do senador Esperidião Amin (PP-SC), antes de seguir para a Câmara dos Deputados.
Vetos
Os dispositivos vetados criariam o FCE para direcionar aos exportadores recursos para capital de giro, aquisição de máquinas e projetos de investimento. O fundo, com regras de funcionamento e gestão, seria usado para financiar operações de pré e pós-embarque e apoiar a modernização de empresas exportadoras. Segundo a Presidência da República, em que pese a boa intenção da proposta, o texto contraria o interesse público por criar um fundo de natureza contábil e financeira sem demonstrar que seus objetivos não poderiam ser alcançados por instrumentos de apoio à exportação já existentes.
O governo apontou ainda que a criação do fundo este ano contraria a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, que não permite a criação, no exercício financeiro, de fundos para financiar políticas públicas. Também considerou inconstitucional a criação de um comitê gestor para administrar o fundo por iniciativa parlamentar. A mensagem de veto ressalta que cabe ao Poder Executivo propor mudanças na organização e no funcionamento da administração pública federal.
Outro dispositivo vetado previa alterações nas regras de compartilhamento de riscos entre fundos garantidores. De acordo com a mensagem de veto, as mesmas mudanças já haviam sido incluídas na Lei 15.473, de 2026. Para o governo, a repetição poderia gerar redundância normativa e insegurança quanto à redação vigente.
Os vetos presidenciais serão analisados pelo Congresso Nacional em data ainda a ser definida.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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