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Primeira etapa da campanha de vacinação contra o sarampo começa nesta segunda (10.02)

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Da Redação

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) alerta a população para a importância da vacina contra o sarampo – conhecida também como tríplice viral, que ainda inclui imunização à caxumba e rubéola –, visto que a primeira etapa da Campanha Nacional terá início na próxima segunda-feira (10) e término no dia 13 de março.

A fase inicial da ação de imunização tem como público-alvo a faixa etária de cinco a 19 anos de idade. O Dia D de mobilização nacional será no dia 15 de fevereiro (sábado) em todos os municípios.

A coordenadoria de Vigilância Epidemiológica da SES-MT orienta a população que integra a faixa etária especificada a procurar uma unidade de saúde do próprio município para receber a vacina, levando a caderneta ou o cartão vacinal.

De acordo com dados da SES-MT, estima-se que 29.540 pessoas não foram vacinadas na faixa etária de cinco a dezenove anos de idade em Mato Grosso. No Estado, o estoque de vacina contra o sarampo é de 18.535 doses até janeiro; deverão chegar mais 62.000 doses para a campanha.

De acordo com dados da Vigilância, na faixa etária de cinco a nove anos, existem 7.849 pessoas que não tomaram a vacina; na faixa etária de 10 a 14 anos, existem 17.241 pessoas não vacinadas e, na faixa etária de 15 a 19 anos, 4.450 pessoas que ainda não se imunizaram contra o sarampo.

Segunda etapa

A segunda etapa da campanha de vacinação será realizada no período de 3 a 31 de agosto e terá como público-alvo pessoas da faixa etária entre 30 a 59 anos de idade, sendo que o Dia D de mobilização nacional será em 22 de agosto (sábado).

O Ministério da Saúde estima que três milhões de pessoas em todo o país ainda não tomaram a vacina contra o sarampo, sendo que a meta é vacinar 2,9 milhões de cidadãos.

Foto: Ilustração

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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