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Pinheiro entrega reforma e ampliação da EMEB Floriano Bocheneki

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Da Redação

O prefeito Emanuel Pinheiro entrega nesta segunda-feira (9), às 19h, as obras de reforma geral com ampliação da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Floriano Bocheneki, localizada no bairro Parque Atalaia. Esta é a 11ª obra – entre reforma geral, reconstrução e construção – a ser entregue este ano pela gestão municipal, na área da Educação.

Inaugurada em 1987, a unidade atende 390 alunos, da pré-escola I e II até o 6º Ano do Ensino Fundamental.

As obras tiveram início em abril deste ano e foram executadas 100% com recursos do município, representando um investimento de R$ 2.359.742,98. A unidade teve ampliada a sua cozinha, ganhou novos refeitório, banheiro para funcionários e muro, além de um novo sistema de esgotamento sanitário e drenagem, pintura, sistema lógico e de proteção e combate a incêndio e pânico, acessibilidade, paisagismo e revitalização da quadra poliesportiva que recebeu pintura nova e a troca de tela.

Os ambientes administrativo e pedagógico ganharam 16 novos aparelhos de ar condicionado do programa Climatizar é Humanizar, e as oito salas de aula quadros de vidro. Toda a unidade foi reequipada com novos móveis, equipamentos para a cozinha, material pedagógico e playground.

Todos os ambientes da unidade foram reorganizados entre eles a biblioteca e as salas de Informática, Multifuncional e de Apoio. A unidade ganhou também um novo estacionamento, despensa para secos e refrigerados.

SERVIÇO

Entrega da reforma geral e ampliação da EMEB Floriano Bocheneki

Data: 09/12

Hora: 19h

Local: Rua SD, Quadra 62, nº 438, bairro Parque Atalaia

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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