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Podemos pode desistir de lançar Medeiros como candidato ao Senado

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Da Redação

O nome do deputado federal José Medeiros (Podemos) era colocado como pré-candidato para o Senado Federal nas Eleições Suplementares que serão realizadas em 26 de abril, porém devido a possibilidade de Medeiros migrar para o “Aliança Pelo Brasil”, sigla criada pelo presidente Jair Bolsonaro, a Executiva Nacional do Podemos decidiu não lançar a candidatura do deputado.

Segundo as informações, o Podemos pode apoiar a candidatura do vice-governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (PDT), já que o mesmo declarou recentemente que as bandeiras levantadas pela senadora cassada Selma Arruda (Podemos) serão adotadas por ele, caso seja eleito. Ao ser questionado sobre uma possível aliança com o Podemos,

Há ainda a possibilidade de Pivetta abandonar seu atual partido para integrar a legenda da ex-juíza, no entanto, esses rumores são negados por Pivetta, mas ele admite que existe uma proximidade com integrantes do partido, principalmente o presidente nacional do Podemos, Álvaro Dias.

Outro ponto que pesou na desistência do Podemos em desistir de uma candidatura própria, foi o fato de que Medeiros apoiou abertamente a campanha de Bolsonaro em 2018, mesmo com Álvaro Dias sendo candidato na disputa contra o presidente.

Medeiros já ocupou o cargo de senador, ele foi eleito em 2006 como suplente na chapa encabeçada pelo ex-governador Pedro Taques (PSDB), em 2014, Taques deixou o cargo para assumir o Governo do Estado.

Foto: Reprodução

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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