Mato Grosso
Quadrilha é presa após roubo em propriedade rural de Poconé
Mato Grosso
Da Redação
A Polícia Militar (PM), prendeu na noite desta quinta-feira (06) quatro pessoas acusadas de integrarem uma quadrilha especializada em roubos em propriedades rurais.
De acordo com as informações, os quatro elementos teriam invadido uma propriedade rural na cidade de Poconé (120 km de Cuiabá) e roubado vários pertences, entre eles um veículo Fiat Toro, cor vermelha.
Os criminosos foram presos após um grande aparato da PM que recebeu a informação de que os bandidos eram de Várzea Grande. De acordo com Sargento PM César, que participou da operação policial, a polícia chegou até os criminosos após receberem a informação de que a caminhonete com as mesmas características da roubada estava no bairro Vinte e Três de Setembro, de imediato a guarnição foi até o local e constatou que de fato se tratava do veículo roubado. “Recebemos informações, que tinha uma Fiat Toro na região do Vinte e Três de Setembro, aqui próximo ao Zero KM, onde a guarnição da primeira companhia deslocou até o local e teve êxito em fazer a abordagem da mesma.” Disse o sargento.
A polícia ainda informou que um veículo Fiat Argo estaria dando apoio aos criminosos, este veículo foi também abordado pela polícia, já que no momento que as guarnições abordaram o veículo Toro, o mesmo empreendeu fuga e foi abordado na Avenida da FEB, ainda de acordo com o sargento, os elementos que estavam no veículo afirmaram que vieram de Cáceres com uma quantia em dinheiro “A guarnição conseguiu fazer a abordagem do Argo que empreendeu fuga na hora da abordagem da Toro, aqui na Avenida da FEB, próximo da Guarda Municipal onde foi indagado aos mesmos, dois elementos que estavam no veículo, foi indagado aos mesmos sobre a situação e eles falaram que vieram de Cáceres com uma quantia que foi encontrada dentro do veículo, R$ 4,3 mil e que este dinheiro era o fruto da compra da Fiat Toro”. Completou.
Além do veículo, os criminosos roubaram televisores e uma maquina de cortar grama que também foram recuperados pela polícia.
Os criminosos foram presos e encaminhados para a Central de Flagrantes de Várzea Grande, não foram divulgadas as identidades dos suspeitos, também não há a informação se eles já possuem passagens criminais. Os criminosos deverão responder por formação de quadrilha e roubo.
Foto: Marcelo Sant’ana
Mato Grosso
Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro
O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.
A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.
“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.
Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.
“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.
O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.
“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.
A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.
Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.
No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.
Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.
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