“Obrigação X Satisfação”

Contas colocam em risco compras com 13º

Aquecimento do comércio no período do natal pode significar retomada da economia.

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Economia

Assim, como acontece com boa parte da população brasileira, muitos terão que escolher entre pagar as contas ou fazer as sonhadas compras, isso acontece praticamente todos os anos, mas neste período, após praticamente dois anos de pandemia, a situação se agravou, deixando milhares de pessoas desempregadas.

O mercado consumidor de qualquer forma será beneficiado, seja recebendo algum pagamento das contas atrasadas, ou até mesmo com as novas comprar, mas para quem tem que decidir se vai pagar ou comprar, fica uma “dúvida cruel”, já que a satisfação momentânea pode se transformar em “dor de cabeça” por longos meses, com acúmulos de dívidas, virando a verdadeira “bola de neve”.

Foto: Agência Brasil

O natal é uma das datas mais esperadas pelo comércio, é momento de presentear aos mais queridos, as lojas se enfeitam e enchem de produtos para todos os tipos de bolsos e gostos. Os jantares familiares e empresariais, propiciam para a tradicional brincadeira do “amigo oculto”, quando são feitas as trocas de presentes, motivando as pessoas comprarem nem que seja do mais simples objeto, lotando as lojas e aquecendo o mercado consumidor.

Foto: Gil Veloso/Funalfa

Seria praticamente como certo a movimentação comercial, se não fossem esses dois últimos anos de pandemia, quando milhares de pessoas perderam seus empregos, a norma de ficar em casa, como forma de biossegurança, fechou muitas empresas, o setor de serviço e turismo foram afetados drasticamente.

Com muitas dívidas, várias pessoas estão procurando uma forma de parcelamento, para voltar obter crédito, e com o que restou do dinheiro, fazer novas compras.

Para fomentar o desenvolvimento do comércio local, muitas empresas estão renegociando as dívidas, atendendo a demanda tanto dos empresários, quanto dos consumidores.

Para muitos especialistas, o comércio do natal deste ano, não vai conseguir suprir os prejuízos dos últimos meses, mas vai colaborar para o início da recuperação da economia, um verdadeiro natal para todos.

 

Foto: Várzea Grande Shoppings / Divulgação.

 

 

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Consumo de alimentos cresce após proibição das bets no país, diz Abras

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O desempenho do varejo alimentar apresentou alta de 6,5% no Brasil na semana entre os dias 05 a 11 de outubro de 2026, em relação ao mesmo período no ano anterior.

As vendas de alimentos continuaram crescendo na semana seguinte, de 12 a 18 de outubro, com alta de 6,3% em relação ao mesmo período no ano anterior. Os dados são da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). 

Segundo estudo realizado pela entidade, as duas semanas analisadas são posteriores à proibição das bets no país, com a publicação da Medida Provisória 1394/2026, no dia 25 de setembro. A Abras acredita que a decisão vem contribuindo para o aumento do consumo nos lares brasileiros. 

“Ao longo das semanas posteriores à MP, observa-se um crescimento no volume no consumo realizado em supermercados, especialmente na cesta de produtos essenciais, como arroz, óleo, macarrão e café. Este crescimento ocorre em todos os canais do varejo alimentar, abrangendo supermercados, atacarejos, mercearias e demais formatos”, diz a Associação. 

Segundo os dados, na primeira semana analisada os índices de crescimento foram: 

  • Região Sul: 10,6% 
  • Minas Gerais, Espírito Santo e interior do Rio de Janeiro: 10,6% 
  • Nordeste: 6,5% 
  • Interior de São Paulo: 5,6%. 
  • Grande Rio de Janeiro: 4% 
  • Centro-Oeste 3,6%
  • Grande São Paulo (1,2%). 

Na segunda semana, os índices de crescimento registrados foram: 

  • Região Sul: 9%, 
  • Minas Gerais, Espírito Santo e interior do Rio de Janeiro: 7,1%
  • Grande Rio de Janeiro: 6%
  • Interior de São Paulo: 5,6%  
  • Grande SP: 5,5%,
  • Nordeste: 4,5%  
  • Centro-Oeste: 3,5%. 

“Estes números têm forte relação com dados públicos do Banco Central do Brasil que mostram uma redução imediata de 10% no número de transações em PIX no país quando as bets foram proibidas; atualmente, esse número está em 7%”, finaliza a Abras. 



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