Mato Grosso

Quase 100% do rebanho de Mato Grosso está vacinado contra febre aftosa

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Mato Grosso

Da Redação

Mais de 14,3 milhões de cabeças de gado com até 24 meses de idade foram vacinadas durante a etapa de novembro contra a febre aftosa, o que representa 99,86% do rebanho nesta faixa etária existente em Mato Grosso. Os números foram apresentados nesta segunda-feira (03.02) pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec) e Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea MT).

“O estado mantém o status sanitário de livre de febre aftosa com vacinação o que é relevante para o mercado e para nosso comércio exterior. Já estamos planejamento, juntamente com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, para algumas áreas da região Oeste não terem vacinação a partir deste ano. Até 2022, toda a vacinação deverá ser retirada e isso propiciará novos mercados”, diz César Miranda, secretário de Desenvolvimento Econômico.

Trabalhos de divulgação, educação sanitária, fiscalização e apoio dos produtores rurais foram determinantes para alcançar-se estes números. Desde 2007, as etapas de vacinação envolvendo bovinos até 24 meses têm alcançado índices de vacinação superiores a 99%.

Nessa etapa foram realizadas vacinações oficiais em 3.013 estabelecimentos rurais, ocasião em que os animais são vistoriados nos currais para a verificação da sanidade do rebanho. A vigilância veterinária constante confere segurança da ocorrência ou não de doenças infectocontagiosas de interesse para a Defesa Sanitária Animal.

Foto: Mayke Toscano/ Secom MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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