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Eduardo Botelho avalia disputar reeleição para presidência da ALMT

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Da Redação

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Eduardo Botelho, avalia disputar novamente a presidência da Casa, já que seu segundo mandato como presidente está chegando ao fim.

De acordo com Botelho, ele somente entrará na disputa se houver um consenso entre os parlamentares, além disso, o deputado afirmou que ainda não teve nenhuma conversa sobre o assunto e garantiu que não será candidato caso haja muitos interessados no cargo. ““Se houver um sentimento da grande maioria de que estou no caminho certo e devo permanecer, continuarei. Caso contrário, não vou ser candidato para ver disputa grande aqui. Não tive conversa com ninguém sobre isso. Se houver uma disputa muito grande, não sou candidato. Se houver uma chapa, com grande número de deputados, aí eu posso até ser candidato. Vamos avaliar ainda”, afirmou o deputado.

A eleição para a Mesa Diretora da ALMT acontece na última Sessão Ordinária no mês de setembro, Botelho foi eleito em 2016 com 21 votos, na época, o grupo encabeçado por Botelho tinha como vice o deputado estadual Gilmar Fabris (PSD), além de Max Russi (PSB) no cargo de segundo vice-presidente, já nas secretárias, foram eleitos Guilherme Maluf (PSDB) (1º secretário), Ondanir Bortoloni, conhecido como “Nininho” (PSD) (2ª secretário), Baiano Filho (PSDB) (3º secretário) e Silvano Amaral (MDB) (4º secretário).

Já em 2019, Botelho  foi reeleito para o cargo com vinte votos, na vice-presidência, o cargo ficou com Janaina Riva (MDB), Max Russi como primeiro-secretário, Valdir Barranco (PT) como segundo-secretário, Valmir Moreto (PRB) e Paulo Araújo (PP) na terceira e na quarta secretaria respectivamente.

Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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