Mato Grosso

PRF prende jovem transportando cocaína em ônibus (Veja Fotos e Vídeo)

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Mato Grosso

Da Redação

A PRF (Polícia Rodoviária Federal) prendeu na manhã desta terça-feira (04), em Itiquira/MT, o passageiro de um ônibus que transportava cocaína. Neste ano, apenas em Mato Grosso, já foram apreendidos 66 quilos da droga nas rodovias federais.

A ação de hoje foi na BR-163 quando os agentes pararam um ônibus com itinerário Cascavel-PR a Rio Branco/AC. Ao revistarem a mochila de um passageiro, os policiais localizaram cinco tabletes de substância análoga a cloridrato de cocaína.

O jovem de 22 anos admitiu que comprou a droga em uma fazenda em Sonora/MS e a revenderia em Rondonópolis.

O produto pesou 5,3 quilos. O rapaz foi preso por tráfico de drogas e encaminhado à Polícia Federal de Rondonópolis.

Neste ano, a PRF em Mato Grosso já apreendeu 66 quilos de cocaína. A maior parte das apreensões – 51 quilos – aconteceu no trecho de abrangência da Delegacia PRF em Rondonópolis.

Fotos: PRF

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Mato Grosso

TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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