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Sem partido deputado prefere andar na linha de centro

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Mato Grosso

Foto: SECOM/ALMT

Mesmo sem partido e declarando que não quer ficar preso a questões de ideologia extremista, o deputado João Batista declara, que prefere andar na linha de centro, e sem se apegar a “essa coisa de Centrão”, esclareceu.

O parlamentar era membro do Partido Republicano de Ordem Social (PROS), mesmo em uma situação de indefinição, assumiu na manhã desta quinta-feira (18), que recebeu a carta de liberação para deixar a sigla. Mas ainda não escolheu um novo partido para se filiar e concorrer às eleições de 2022.

Depois do desentendimento com o grupo político da advogada Gisele Simona (PROS), Batista disse, que tem conversado de forma mais amigável com o partido. De acordo com informações da imprensa, ele prefere fazer da seguinte forma, sair de coração aberto e desejou boa sorte para a Dra. Gisela e todo seu grupo político.  E completou dizendo, que Mato Grosso merece o melhor e espera que ela faça pelo estado e não por um objetivo pessoal.

Sobre sua filiação, o deputado contou, que recebeu convites de várias siglas partidárias para disputar a reeleição. “Tive 18 convites de agremiações aqui no Estado, ainda não escolhi. Temos bastante tempo, mas acredito que até o mês que vem a gente consiga definir qual será o partido”, afirmou.

Explicou que pretende escolher um partido em que não se sinta preso em relação à ‘ideologia’ da extrema-direita defendida por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), mas sem se apegar ao Centrão. 

“O que eu espero do partido para onde eu vá primeiro é que não quero ficar preso a essa questão de ideologia extremista, eu prefiro andar nessa linha do centro, mas sem me apegar a essa coisa do Centrão. No entanto, ainda prefiro estar com Bolsonaro a ir com Lula”, declarou parlamentar.

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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes

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O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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