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Empreendedorismo é tema de evento para servidores da Sedec

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Da Redação

Compartilhar os conhecimentos dos servidores da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec) com os demais colegas é o objetivo do projeto desenvolvido pela Secretaria Adjunta de Administração Sistêmica que realizará palestras durante o ano sobre diversos temas. Na primeira edição, a conversa foi sobre empreendedorismo com o secretário adjunto de Indústria, Comércio e Empreendedorismo, Celso Banazeski.

“A secretaria tem grandes talentos, pessoas com diversas formações e qualificações. Queremos usar estes talentos e trazer novas experiências para nossos servidores. E as palestras serão sobre diversos temas que não fazem, necessariamente, parte do nosso dia a dia. Estamos pensando em transformar isso em grandes produtos”, disse Andrea Andolpho Moraes, secretária adjunta de Administração Sistêmica

Banazeski apresentou aos servidores o programa Pensando Grande para os Pequenos, um plano de ação para o desenvolvimento dos pequenos negócios e do empreendedorismo. “A ‘Sistêmica’ entendeu que é importante que todos soubessem mais sobre empreendedorismo, o que é um empreendedor privado e um público ou social – que constrói um ambiente favorável para o desenvolvimento econômico e social sustentável”, contou.

O secretário adjunto ainda ressaltou que é necessária a interação dos servidores para a construção de políticas públicas. “Uma visão crítica do que é crescimento econômico e desenvolvimento social é importante, assim como a consciência de que temos que construir um Estado melhor de forma associativa e cooperativa. Todos têm que contribuir para o desenvolvimento”, frisou.

A superintendente de Política do Turismo da Secretaria Adjunta de Turismo, Maria Letícia A. M. Costa participou da palestra e aprovou o projeto. “É importante porque às vezes não temos a visão de como o empreendedorismo pode funcionar no setor público e pode influenciar a vida das pessoas, tentando melhorar a sociedade. Também acho fundamentais esses eventos porque é uma oportunidade de discutir e ouvir pessoas novas e ideias”, finalizou.

Foto: SEDEC-MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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