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Senador defende aprovação de proposta que garante estabilidade no preço dos combustíveis

a adoção de uma nova política de preços pela Petrobrás, os valores dos combustíveis no mercado interno passaram a variar com mais frequência.

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Foto: Senado

Jayme Campos (DEM-MT) voltou a pedir atenção do Senado Federal para a deliberação do Projeto de Lei 1582/2021, de sua autoria, que busca garantir a estabilidade de preços dos combustíveis no país. A proposta foi apresentada em abril e propõe a instituição do Fundo de Estabilização de Preços do Petróleo (Fepetro). O PL aguarda designação de relator para tramitar na Casa.

“Além de não criar custos fiscais para os cofres públicos, o Fepetro busca atender ao anseio dos agentes econômicos e das famílias brasileiras por mais previsibilidade nos valores dos produtos derivados do petróleo, retirando-se, também, eventuais pressões sobre a Petrobras na determinação de seus preços”, afirmou.

“Ou adotamos medidas como essa ou seremos sempre reféns da política de preço dos combustíveis que assola não apenas o Brasil, mas todos os países do mundo em escalas diferenciadas”, disse o senador mato-grossense, Jayme Campos, apontando para estudos que informam o aumento da gasolina acumula alta de 73% neste ano, o diesel 65,3% e o gás de cozinha impressionantes 96%, com tendência de novos reajustes sob pena de se ter uma crise de desabastecimento nacional.

Desde o final de 2016, com a adoção de uma nova política de preços pela Petrobrás, os valores dos combustíveis no mercado interno passaram a variar com mais frequência. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a flutuação dos preços dos combustíveis de veículos chegou a 45% nos últimos 12 meses.

“A gasolina e o diesel têm seus valores reajustados em função do câmbio e dos preços do petróleo no mercado internacional, então essas oscilações exercem um enorme impacto nos trabalhadores, nas empresas e nas famílias brasileiras”, destacou.

Ele lembrou ainda que tanto o Governo Federal como dos dos Estados sinalizaram pela redução na carga tributária, nos impostos dos combustíveis, mas isto tem se demonstrado inócuo por causa da velocidade dos aumentos que acontecem todas as semanas e interferem diretamente na vida de todas as pessoas, pois sobe o valor dos combustíveis, sobe a energia elétrica, sobe os alimentos, sobe tudo e as pessoas ficam refém deste tipo de oscilações econômicas, pois isso o Fepepro, coloca um freio de arrumação neste quadro e tenta pelo menos dar uma previsibilidade nos reajustes que se dão muito mais por causa da volatilidade do dólar do que propriamente por aumento direto por parte da Petrobras disse o senador.

Desde o final de 2016, com a adoção de uma nova política de preços pela Petrobrás, os valores dos combustíveis no mercado interno passaram a variar com mais frequência. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a flutuação dos preços dos combustíveis de veículos chegou a 45% nos últimos 12 meses.

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Eleições de 2026 têm menos de 2% de candidatos LGBTQIAPN+

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Pela primeira vez nas eleições gerais, as estatísticas eleitorais feitas com dados fornecidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) trazem os dados sobre a orientação sexual e a identidade de gênero dos candidatos. Os números divulgados até a tarde de terça-feira (18) revelam que, dos 20.575 candidatos registrados, 1,93% se declararam bissexuais, gays, lésbicas, pansexuais ou assexuais. Os que se declararam transgênero representam 0,51% do total de candidaturas.

Os números divulgados TSE revelam, ainda, um aumento no percentual de candidatos com deficiência, indígenas e de origem asiática com relação a 2022. O percentual de brancos, pretos e pardos registrou pequenas variações.

Os dados fazem parte das estatísticas de candidaturas disponíveis na página do TSE. Os números ainda não são definitivos e podem sofrer variações à medida que os pedidos de candidatura são avaliados pelo tribunal.

Declaração opcional

A inclusão dos campos de orientação sexual nos formulários de registro de candidatura começou em 2024, nas eleições municipais. Esta é a primeira vez que esse tipo de estatística aparece nas eleições gerais, para os cargos de presidente, governador, senador e deputado federal, distrital e estadual.

A declaração é opcional. A maioria dos candidatos optou por declarar sua orientação, mas o número dos que não declararam ainda é próximo da metade. No total, 55,09% optaram por declarar e 44,91% de candidatos que optaram por não preencher esses dados. Já a informação sobre a identidade de gênero foi compartilhada por 57,75% dos candidatos, contra 42,25% que não quiseram informar.

Entre os candidatos que declararam orientação sexual, 3,58% são LGBTQIAPN+. Quando considerado o número total de candidatos da eleição geral de 2026, de 20.575 registrados, o percentual de candidatos LGBTQIAPN+ cai para 1,93%

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Já os que se identificam como transgênero representam 0,89% dos candidatos que optaram por preencher esse dado. Quando considerado o total de candidaturas, 20.575, o percentual de candidatos trans cai para 0,51%. O total de candidatos que declararam nome social é de 53 pessoas.

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No recorte racial, os percentuais de 2026 ficaram parecidos com os da última eleição geral. Os brancos ainda são maioria e somam 48,82 % do total de candidatos. O percentual de pardos (36,11%) e de pretos (13,62%) registrou leve variação negativa, enquanto o percentual de indígenas aumentou 0,64% para 0,93%. A variação, de 0,29 ponto percentual, representa um aumento de 45%. Já entre os que, segundo o TSE, se declararam amarelos, o índice subiu 26%.

20260819_candidaturas_minorias_etnia.jpg

O número de pessoas com deficiência que se candidataram a um cargo nas eleições de 2026 também aumentou com relação ao pleito de 2022. Na eleição passada, esse número era de 476 candidatos, que representavam 1,62% do total. Agora são 499 pessoas com deficiência na disputa, que representam 2,42% do total de candidatos. O crescimento no índice foi de 0,8 ponto percentual, o que equivale a 49%.

Dos 499 candidatos com deficiência que concorrem nas eleições de 2026, a maior parte é de pessoas com deficiência física, 39,7%. Em seguida, vêm os candidatos com deficiência visual (21,7%), autismo (14,2%), deficiência auditiva (10,89%). O restante, com outras deficiências, soma 14% do total.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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