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Câmara da Vergonha: Vereador perde na Justiça pedido de liminar contra O Mato Grosso

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Da Redação

Após a veiculação da matéria intitulada “A Câmara da Vergonha”, na edição 148 do Jornal O Mato Grosso, vários vereadores de Várzea Grande resolveram tentar intimidar o veículo de comunicação, muitos vereadores ligaram para nossa redação “exigindo” que seus nomes fossem retirados do impresso, muitos de forma truculenta e violenta.

Outros vereadores preferiram entrar judicialmente com o pedido para a retirada de seus nomes da matéria, este foi o caso do vereador Ivan dos Santos (PRB), que segundo  informações, teria entrado com um pedido de liminar requerendo a retirada de seu nome da matéria jornalística, alegando que a mesma seria desfavorável à sua imagem, além disso, o vereador teria solicitado uma retratação. Porém segundo fontes, o pedido foi negado no último dia 23 de janeiro de 2019, além de ter solicitado a retirada de seu nome, ele ainda teria solicitado uma indenização por danos morais.

É importante frisar, que o Jornal O Mato Grosso, assim como o site O Mato Grosso, jamais negou o direito de resposta para quem quer que seja, sempre nos colocamos a disposição para que os vereadores se retratassem sobre as questões colocadas, porém jamais fomos procurados pelo vereador em questão para que seu direito de resposta fosse exercido.

O vereador simplesmente decidiu tentar entrar na Justiça para tentar censurar um trabalho jornalístico que tem como único objetivo separar o “joio do trigo”, e assim mostrar para a população quem são nossos vereadores, a nenhum momento ligamos nenhum outro vereador, a não ser o envolvido e preso pela Polícia Judiciária Civil (PJC) ao caso de tráfico de drogas.

Portanto, mais uma vez reiteramos que estamos abertos para entrevistar qualquer vereador e assim garantir o direito de resposta, não serão gritos e tentativas de censura que irão nos calar, afinal, temos um compromisso com a população várzea-grandense.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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