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Obras da Escola Estadual Maria Macedo no Mapim serão retomadas

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Da Redação

Na manhã desta sexta-feira (24), o secretário de Estado de Esporte e Lazer, Alan Kardec, juntamente com membros da vice-governadoria e o presidente do bairro Mapim, Arnaldo do Mapim, visitaram a Escola Estadual Maria Macedo, em Várzea Grande.

Na reunião, o secretário se comprometeu em dar continuidade nas obras da quadra poliesportiva da escola, paralisadas desde 2018. A obra foi iniciada ainda na gestão do ex-governador Silval Barbosa e até hoje não foi concluída.

De acordo com o secretário, o projeto da quadra, assim como os processos licitatórios já estão prontos e serão retomados nos próximos sessenta dias, a expectativa, é de que a obra seja concluída em no máximo um ano e meio.

Além disso, Kardec se comprometeu ainda em reformar a quadra já existente, para que os alunos tenham um local adequado para a prática de esportes, atualmente a quadra da escola se encontra em péssimo estado, e não é coberta, obrigando os alunos a fazerem as aulas de educação física no sol.

Outro ponto importante que foi tratado na reunião, foi em relação a readequação da escola no que diz respeito a acessibilidade, atualmente a escola não possui nenhum tipo de acessibilidade dificultando o acesso de pessoas portadoras de necessidades especiais.

Outro ponto cobrado pelo diretor da instituição, foi a construção de um refeitório para os alunos, já que no momento a escola não conta com o espaço, desta forma os alunos precisam se virar como podem na hora da merenda.

A empresa que fará a construção da quadra permaneceu durante todo dia na escola onde foram feitas as medições necessárias para dar prosseguimento a obra que foi iniciada após um convênio com o Governo Federal.

Foto: J. Borsatti

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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