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Cuiabá credencia laboratórios via Ministério da Saúde e passa a ofertar mais de 800 próteses dentárias por mês

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Da Redação

A Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá – SMS – credenciou via Ministério da Saúde dois novos laboratórios para dar celeridade ao serviço de confecção de próteses dentária aos usuários do Sistema Único de Saúde – SUS. O trâmite que habilitou as empresas Dente Fácil Odontologia e Laboratório Rubens de Prótese Dentária aconteceram via chamamento público.  

De acordo com o secretário de Saúde, Luiz Antonio Pôssas de Carvalho com os novos prestadores que trabalharão de acordo com a tabela SUS, além da celeridade Cuiabá amplia a oferta do serviço.

“Na série histórica saímos de 400 próteses em 2018, 500 em 2019 para 800 próteses por mês em 2020. Ou seja, estamos dobrandos o serviço ofertado de prótese durante a gestão Emanuel Pinheiro. Isso representa um ganho real na qualidade, agilidade e humanização para quem precisa voltar a sorrir”, frisou Pôssas.

De acordo com o diretor de Saúde Bucal da SMS, Wevertor Raider outro fator que terá impacto segundo a perspectiva da Secretaria é o tempo de espera para a confecção da prótese.

“Cada laboratório atenderá as regionais definidas pela gestão de forma a aperfeiçoar a prestação de serviço nas clínicas odontológicas Jardim Leblon, CPA III e Coxipó, nos CEOs – Centro de Especialidades Odontológicas e nas 27 unidades de Saúde da Família que, após reformadas pela gestão, receberão salas odontológicas. Dessa forma, o tempo de espera que tinha em média 90 dias, passa a ser no máximo 40 dias”, completou Raider.

Para o sucesso no atendimento dos que já aguardam na fila de espera, a Secretaria de Saúde orienta que os pacientes busquem as clínicas odontológicas onde o tratamento está sendo realizado para atualização de cadastro. Já os que desejarem iniciar o atendimento, devem se dirigir até a unidade odontológica mais próxima de sua residência para a primeira consulta.

Foto: Secretaria Municipal de Saúde

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Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT

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O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.

A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.

A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.

Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.

A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.

A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.

O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.

Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.



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