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“Jayme Campos”: Simpatia por Neri Geller abre caminho para aliança

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Política

Não é de hoje que lideranças políticas e sociais cogitam interesses em apoia a pré-candidatura do deputado federal, Neri Geller (PP) ao Senado da República, nas eleições de 2022, assim como o então senador, Jayme Campos demonstrou simpatia pelo nome de Neri, deputados estadual, federal, prefeitos, vereadores, entre outras lideranças seguem o mesmo caminho.

O cargo de senador da república é de extrema importância para os governos federal e estadual, onde as atuações resultam diretamente em ações que vão de encontro com a necessidade do povo, principalmente com a destinação de recursos, que se bem aplicados, transformam o cotidiano das cidades.

Desta forma, para exercer tal função, além da capacidade técnica e política, o acesso que liga os governos estadual, federal, como também, a Assembleia Legislativa e Prefeituras, é de extrema importância para que o trabalho seja realizado com eficiência.

Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil

Reunindo essas capacidades, e demonstrando condições de agregar apoio de várias lideranças, hoje o nome do deputado federal, Neri Geller vem sendo apontado, como o mais provável para disputar a única vaga que ficará disponível em 2022.

“A sinalização de Jayme Campos teria ocorrido durante os últimos dias, quando o deputado federal, Neri Geller esteve reunido com o senador, para tratar de vários assuntos”.

Existem também rumores, de que até o senador, Wellington Fagundes (PL), que estaria com dificuldades de compor grupos para disputar a sua permanência no Senado, já teria cogitado desenvolver a estratégia de concorrer para deputado federal, fazendo assim uma aliança de apoios.

Em suas entrevistas, Neri Geller afirma que de momento a preocupação é apenas trabalhar buscando levar melhores condições para população, mas que se no próximo ano, a maioria das pessoas, dos grupos, considerar o seu nome o melhor para disputa, ele estará à disposição.

 

Foto: Agência Senado

 

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Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT

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O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.

A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.

A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.

Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.

A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.

A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.

O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.

Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.



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