Política
Sedec irá adotar novo sistema de emissão de certidões de tempo de serviço
Outro benefício é a necessidade de um número bem menor de servidores trabalhando no setor”, explica.
Política
Servidores da unidade de Gestão de Pessoas da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (Sedec-MT) passaram por uma capacitação, nesta sexta-feira (15.10), para aprender a operar o sistema E-turmalina, que será adotado pela pasta. O novo sistema, totalmente digitalizado, será responsável pela emissão/declaração de Certidões de Tempo de Contribuição (CTC), averbações e aposentadorias.
A adoção do sistema traz muitas vantagens, segundo a gerente de CTC do Mato Grosso Previdência (MT Prev), Karinny Leonel. “Ganha-se em celeridade de trâmite processual, há redução de custos com papel e locomoção do servidor que não precisará ir até o órgão para a inclusão de documentos no processo. Outro benefício é a necessidade de um número bem menor de servidores trabalhando no setor”, explica.
O sistema E-turmalina, utilizado na MT Prev desde fevereiro de 2020, conseguiu zerar a fila de pedidos da autarquia que chegou a 4 mil solicitações. Bem como, agilizou o prazo de conclusão de análises processuais que caiu de 180 dias para 5 dias úteis.
Conforme a gerente de Vida Funcional da Sedec, Gladia Maria Teixeira, que participou do treinamento, o sistema a ser implantado é prático e fácil de manusear. “Por tudo que aprendemos aqui, eu gostaria que esse sistema implantado no estado fosse um sistema único de informações. Atualmente, usamos diversos sistemas, mas acredito que a inovação tecnológica é muito importante para dar modernidade às ações voltadas à gestão de pessoas”, pontua.
A MT Prev irá disponibilizar o sistema virtual para todos os órgãos do governo. A expectativa é ampliar o leque de produtos para atendimento à necessidade das secretarias quanto a todos os trâmites previdenciários.
Política
Eleições de 2026 têm menos de 2% de candidatos LGBTQIAPN+
Pela primeira vez nas eleições gerais, as estatísticas eleitorais feitas com dados fornecidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) trazem os dados sobre a orientação sexual e a identidade de gênero dos candidatos. Os números divulgados até a tarde de terça-feira (18) revelam que, dos 20.575 candidatos registrados, 1,93% se declararam bissexuais, gays, lésbicas, pansexuais ou assexuais. Os que se declararam transgênero representam 0,51% do total de candidaturas.
Os números divulgados TSE revelam, ainda, um aumento no percentual de candidatos com deficiência, indígenas e de origem asiática com relação a 2022. O percentual de brancos, pretos e pardos registrou pequenas variações.
Os dados fazem parte das estatísticas de candidaturas disponíveis na página do TSE. Os números ainda não são definitivos e podem sofrer variações à medida que os pedidos de candidatura são avaliados pelo tribunal.
Declaração opcional
A inclusão dos campos de orientação sexual nos formulários de registro de candidatura começou em 2024, nas eleições municipais. Esta é a primeira vez que esse tipo de estatística aparece nas eleições gerais, para os cargos de presidente, governador, senador e deputado federal, distrital e estadual.
A declaração é opcional. A maioria dos candidatos optou por declarar sua orientação, mas o número dos que não declararam ainda é próximo da metade. No total, 55,09% optaram por declarar e 44,91% de candidatos que optaram por não preencher esses dados. Já a informação sobre a identidade de gênero foi compartilhada por 57,75% dos candidatos, contra 42,25% que não quiseram informar.
Entre os candidatos que declararam orientação sexual, 3,58% são LGBTQIAPN+. Quando considerado o número total de candidatos da eleição geral de 2026, de 20.575 registrados, o percentual de candidatos LGBTQIAPN+ cai para 1,93%

Já os que se identificam como transgênero representam 0,89% dos candidatos que optaram por preencher esse dado. Quando considerado o total de candidaturas, 20.575, o percentual de candidatos trans cai para 0,51%. O total de candidatos que declararam nome social é de 53 pessoas.

No recorte racial, os percentuais de 2026 ficaram parecidos com os da última eleição geral. Os brancos ainda são maioria e somam 48,82 % do total de candidatos. O percentual de pardos (36,11%) e de pretos (13,62%) registrou leve variação negativa, enquanto o percentual de indígenas aumentou 0,64% para 0,93%. A variação, de 0,29 ponto percentual, representa um aumento de 45%. Já entre os que, segundo o TSE, se declararam amarelos, o índice subiu 26%.

O número de pessoas com deficiência que se candidataram a um cargo nas eleições de 2026 também aumentou com relação ao pleito de 2022. Na eleição passada, esse número era de 476 candidatos, que representavam 1,62% do total. Agora são 499 pessoas com deficiência na disputa, que representam 2,42% do total de candidatos. O crescimento no índice foi de 0,8 ponto percentual, o que equivale a 49%.
Dos 499 candidatos com deficiência que concorrem nas eleições de 2026, a maior parte é de pessoas com deficiência física, 39,7%. Em seguida, vêm os candidatos com deficiência visual (21,7%), autismo (14,2%), deficiência auditiva (10,89%). O restante, com outras deficiências, soma 14% do total.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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