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Sedec irá adotar novo sistema de emissão de certidões de tempo de serviço

Outro benefício é a necessidade de um número bem menor de servidores trabalhando no setor”, explica.

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Foto: Sedec-MT

Servidores da unidade de Gestão de Pessoas da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (Sedec-MT) passaram por uma capacitação, nesta sexta-feira (15.10), para aprender a operar o sistema E-turmalina, que será adotado pela pasta. O novo sistema, totalmente digitalizado, será responsável pela emissão/declaração de Certidões de Tempo de Contribuição (CTC), averbações e aposentadorias.

A adoção do sistema traz muitas vantagens, segundo a gerente de CTC do Mato Grosso Previdência (MT Prev), Karinny Leonel. “Ganha-se em celeridade de trâmite processual, há redução de custos com papel e locomoção do servidor que não precisará ir até o órgão para a inclusão de documentos no processo. Outro benefício é a necessidade de um número bem menor de servidores trabalhando no setor”, explica.

O sistema E-turmalina, utilizado na MT Prev desde fevereiro de 2020, conseguiu zerar a fila de pedidos da autarquia que chegou a 4 mil solicitações. Bem como, agilizou o prazo de conclusão de análises processuais que caiu de 180 dias para 5 dias úteis.

Conforme a gerente de Vida Funcional da Sedec, Gladia Maria Teixeira, que participou do treinamento, o sistema a ser implantado é prático e fácil de manusear. “Por tudo que aprendemos aqui, eu gostaria que esse sistema implantado no estado fosse um sistema único de informações. Atualmente, usamos diversos sistemas, mas acredito que a inovação tecnológica é muito importante para dar modernidade às ações voltadas à gestão de pessoas”, pontua.

A MT Prev irá disponibilizar o sistema virtual para todos os órgãos do governo. A expectativa é ampliar o leque de produtos para atendimento à necessidade das secretarias quanto a todos os trâmites previdenciários.

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Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT

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O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.

A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.

A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.

Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.

A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.

A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.

O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.

Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.



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