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Etanol pode ter aumento de até R$ 0,34 ainda esta semana em Cuiabá

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Da Redação

Mato Grosso pode sofrer mais um reajuste no preço do etanol, um aumento de R$ 0,34 poderá ser notado nas bombas dos postos de combustíveis ainda nesta semana. O aumento significativo no preço do etanol se dá devido os reajustes de preços nas usinas e distribuidoras.

De acordo com o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis de Mato Grosso (Sindipetróleo), os estabelecimentos com bandeira branca, que podem comprar de qualquer distribuidora, já pagam entre R$ 2,70 e R$ 2,75 pelo litro do combustível.

Já em relação aos estabelecimentos bandeirados, aqueles que apenas podem comprar das companhias onde possuem contrato, estão pagando pelo litro de etanol R$ 2,80 a R$ 2,82.

O sindicato esclareceu, que o mercado é formado por diversos agentes e é livre, por este motivo, os postos definem os preços que serão praticados, levando em conta o preço do custo do litro dos combustíveis, assim como os custos operacionais. ““O Sindipetróleo esclarece que o mercado é livre e é formado por diversos agentes, portanto, os postos definem seus preços utilizando como referência os custos operacionais e de aquisição de produtos nas distribuidoras.” Afirmou o diretor-executivo do Sindipetróleo, Nelson Soares.

Além disso, a lei estabelece que os postos podem ter lucro de no máximo vinte por cento, além disso, valores de frete e de ICMS podem ser acrescentados no valor do produto.

Foto: Marcelo Brandt

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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