Mato Grosso
Preso no Acre, suspeito de roubo em casa de deputada é recambiado para Cuiabá
Mato Grosso
Da Redação
Um dos suspeitos de envolvimento no roubo a casa da deputada estadual Janaina Riva (MDB), que foi preso no Acre, foi recambiado pela Polícia Judiciária Civil (PJC) para o Mato Grosso. O suspeito que não teve o nome revelado foi preso no último dia 8 de janeiro em Epitaciolândia-AC, e estava preso em Rio Branco.
A prisão do suspeito foi realizada com o apoio da Polícia Civil do Acre que cumpriu o mandado de prisão contra o suspeito, o mandado foi expedido durante a deflagração da “Operação Judas Iscariotes”, deflagrada pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf). O apoio da polícia acriana foi fundamental para a prisão do suspeito, assim como, o apoio para a remoção do preso para Cuiabá.
No dia 24 de dezembro de 2019, dois criminosos armados invadiram e roubaram a residência da deputada que fica no bairro Santa Rosa, em Cuiabá. No momento da invasão, estavam na residência a deputada estadual e seu marido Diogenes Fagundes, filho do senador Welligton Fagundes (PL).
Os suspeitos do crime, tiveram acesso ao controle do portão da residência e entraram pelo portão principal da casa e se dirigiram diretamente para o quarto do casal, onde agiram com truculência e agressividade. Eles saíram do local levando joias, dinheiro e celulares das vítimas.
No mesmo dia do crime, quatro suspeitos foram pesos, e dias depois a Derf cumpriu mandados de prisão e identificaram outros cinco suspeitos da participação, entre eles, o motorista da deputada, identificado como Odnilton Gonçalo Carvalho Campos, tido como uma pessoa de confiança pela família.
O suspeito que foi preso no Acre, foi encaminhado para uma unidade penal da capital onde permanece a disposição da Justiça.
Foto: ALMT
Mato Grosso
TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.
A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.
O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.
“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.
A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.
“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.
Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.
O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.
Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.
-
Polícia3 dias atrásDecisão garante acolhimento de crianças e pensão alimentícia
-
Política6 dias atrásEleições: propaganda eleitoral começa neste domingo
-
Cidades5 dias atrásEducação de Várzea Grande vai ampliar atendimento aos estudantes com implementação da Política de Educação Integral em Escolas em Tempo Integral
-
Cidades3 dias atrásPrefeita Flávia Moretti oficializa incentivos fiscais para transformar Várzea Grande em polo logístico internacional por meio do Aeroporto Marechal Rondon
-
Política7 dias atrásMP visa combate à fome de populações afetadas por mudanças climáticas
-
Política2 dias atrásCotas em residência médica dividem opiniões em debate na CDH
-
Política2 dias atrásSancionada ampliação de produtos em estoque público para alimentação animal
-
Agricultura3 dias atrásInteligência artificial leva dieta sob medida a bois e suínos


Você precisa estar logado para postar um comentário Login