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“Oposição se apega em qualquer situação para prejudicar o prefeito”, afirma Pinheiro

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Da Redação

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB) não poupou criticas aos oposicionistas, durante um evento lançamento do projeto Cuiabá Recicla, na última sexta-feira (17). Na ocasião, Pinheiro afirmou que seus opositores irão se utilizar de qualquer situação, principalmente em 2020, que é ano eleitoral.

Durante a entrevista coletiva, Pinheiro foi questionado se acredita que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que  ficou conhecida como “CPI do Paletó” possui cunho político dentro da Câmara Municipal de Cuiabá, o prefeito foi incisivo ao responder que seis adversários estão sem pauta e desnorteados, portanto, irão usar qualquer situação para prejudica-lo.

“Eles não têm pauta, estão perdidos, estão desnorteados, então se apegam a qualquer situação por menor que seja pra tentar promover alguma pauta que atinja o prefeito da Capital”, afirmou o prefeito.

Pinheiro afirmou ainda que não cabe a ele falar sobre nenhuma das CPI que ocorrem dentro da Casa de Leis, e que acredita na harmonia entre o Legislativo e o Executivo, e que ele não interferiu e nem vai interferir no decorrer das investigações.

“Como disse, não me cabe falar sobre CPI, nenhuma das cinco que funcionam lá dentro [da Câmara Municipal]. É uma relação institucional, de independência e harmonia entre o Legislativo e o Executivo. Não interferi nem vou interferir no funcionamento [da investigação]”, disse.

Emanuel, falou também sobre o vídeo que a oposição vem utilizando para tentar enfraquece-lo, no vídeo em questão, um homem sobe em um caminhão guincho para pegar de volta sua moto que estava sendo guinchada, para isso, o homem agride funcionários da empresa responsável pelo caminhão guincho.

 “Isso é papel de líder político? Ir lá e parabenizar uma situação que você não sabe o que aconteceu? Ficaram todos mais desmoralizados. Então, todo mundo precisa ter mais cautela, mais prudência porque toda hora se divulga uma coisa, parece que existe um Chapeuzinho Vermelho e um Lobo Mau em cada situação. Daqui a pouco, descobre que o Chapeuzinho Vermelho é o Lobo Mau e se promove injustiças, mas é fruto da falta de pauta. A oposição está desnorteada, mas não me incomoda, não”, criticou Pinheiro.

Foto: Victor Ostetti

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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