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Abastecimento de vacina Pentavalente começará a ser normalizado na próxima semana

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Da Redação

A partir da próxima segunda-feira (20) as Unidades Básicas de Saúde (UBS) de Cuiabá deverão começar a receber as doses da vacina Pentavalente, que estão em falta em todo o território nacional desde a metade do ano de 2019. As vacinas já começaram a ser distribuídas pelo Ministério da Saúde para os estados e a previsão é que nesta sexta-feira (17) o setor de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde – SMS receba um dos lotes.

O problema do desabastecimento foi causado devido a um desvio de qualidade na produção, que foi identificado pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde – INCQS e Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA, que reprovaram os lotes do produto.

“A vacina Pentavalente faz parte do Calendário Básico de Vacinação da Criança e garante proteção contra cinco doenças, que são difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e a bactéria Haemophilus influenza tipo B, responsável por infecções nasais e na garganta. Ela é destinada a bebês e aplicada aos 2, 4 e 6 meses de vida, sendo ainda necessário aplicar o reforço aos 15 meses e aos 4 anos de idade”, explica a responsável técnica da Imunização da SMS, Sandra Horn.

Assim que chegarem à Vigilância Epidemiológica, as vacinas serão divididas para as regionais e a partir de segunda-feira (20) passarão a ser distribuídas para as unidades de saúde. “É importante ressaltar que temos quase cem unidades básicas e que essa distribuição não será feita em apenas um dia. Temos uma rota já estabelecida. Segunda-feira entregaremos na Regional Oeste, terça-feira na Regional Sul, quarta-feira na Leste e na quinta-feira na Norte. Até o final da próxima semana o abastecimento de vacina Pentavalente já estará normalizado em Cuiabá”, conclui Sandra.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá

Foto: SECOM-MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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