INFRAESTRUTURA URBANA
Jayme aplaude obras de pavimentação em VG; senador salienta outros avanços da gestão Kalil
Além da pavimentação asfáltica, enfatiza o senador, a atual administração tem empreendido obras para ampliar a rede de abastecimento d’água no município
Política
O senador Jayme Campos, presente na solenidade de entrega dos 5,5 quilômetros de asfalto nos bairros Ouro Verde e Mangabeira, disse que obras de pavimentação asfáltica são importantes não somente pelo valor que agrega às moradias, mas o resgate da dignidade dos moradores que têm de conviver com os transtornos provocados pela poeira e lama. “O prefeito Kalil Baracat tem se preocupado com essa questão e tem realizado um trabalho importante nesta prestação de serviço, tendo o nosso total apoio. Tenho certeza de que novos investimentos serão feitos neste e em outros setores, com aporte de emendas parlamentares ou investimentos do tesouro municipal”.
O senador disse ainda que a pavimentação asfáltica é necessária, mas que a administração municipal também tem realizado obras em setores tão importantes como a infraestrutura, a ampliação da rede de abastecimento de água, o que vai melhorar sobremaneira a vida de toda a população de Várzea Grande.
O vereador Denival Rodrigues Galibert, disse que esta administração está empenhada em realizar obras que vêm ao encontro das necessidades da população, e a pavimentação asfáltica é uma delas. “O prefeito tem buscado atender a todos os bairros com serviços de infraestrutura e nós, enquanto parlamentar – estamos fazendo a nossa parte para que empreendimentos dessa envergadura cheguem a todos os cantos da cidade. Solicitamos a obra no bairro Mangabeira e fomos prontamente atendidos”.
Já o presidente do bairro Mangabeira, Florentino Gregório da Silva, disse que a obra era um sonho antigo e que vai possibilitar maior acesso a outras regiões da cidade. “Tudo o que vem para melhorar a vida da gente é bom e o prefeito Kalil Baracat tem sido parceiro dessa comunidade. Estamos felizes com essa obra que vai garantir mais saúde e mais comodidade para a população local”, comemorou.
Política
Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT
O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.
A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.
A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.
Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.
A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.
A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.
O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.
Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.
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