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Trechos das avenidas das Torres e Beira Rio serão bloqueados para obras de viadutos

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Da Redação

O cruzamento entre a Avenida Itália e Avenida das Torres será bloqueado por agentes da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob), a partir de terça-feira (14). No local serão realizadas escavações que fazem parte da obra do viaduto José Maria Barbosa – Juca do Guaraná “Pai”.

O diretor de Trânsito da Pasta, Michel Diniz, explica que o fluxo será desviado para dentro do bairro Jardim Itália. Assim os motoristas que utilizam a rota deverão acessar a Rua Palermo para sair na Avenida das Torres, onde farão um retorno e acessarão a Avenida Itália novamente.

O fechamento ocorrerá em frente à Drogasil, sentido Avenida Dante Martins de Oliveira e tem previsão de duração de 15 dias.

Diniz também alerta que, na quarta-feira (15), começa o estrangulamento da Avenida Beira Rio, nas proximidades da Ponte Sérgio Mota, onde terá início a construção do viaduto Murilo Domingos. Para isso uma faixa de cada pista, nos dois sentidos, será fechada. O estacionamento na via também passa a ser proibido durante a intervenção.  

Ali os trabalhadores começam o processo de escavação e colocação de estacas. A previsão é de que a medida se estenda por 90 dias após o início da obra. Depois disso haverá trancamento total da Avenida. “Colocaremos faixas aéreas e sinalização na região, além de darmos toda orientação para os motoristas” explica Diniz.

As obras

Com prazo de execução é de 360 dias, obras fazem parte do conjunto de intervenções de infraestrutura, visando melhorar a mobilidade urbana. “Os dois viadutos terão 200 metros de extensão e 18 metros de largura. Para isso, estamos investindo o valor total de R$ 30.333.656,42, sendo R$ 16.340.726,63 para o viaduto da Av. das Torres e R$ 13.992.929,79 para o da Beira Rio.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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