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Sindimed fará reunião com prefeito nesta sexta-feira

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Da Redação

O Sindicato dos Médicos de Mato Grosso (Sindimed), divulgou nesta quinta-feira (09) que os médicos decidiram por unanimidade que irão ficar em estado de assembleia permanente até acontecer a reunião com o prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB).

De acordo com o sindicato, Pinheiro entrou em contato e se dispôs a receber a diretoria do Sindimed, a reunião está prevista para acontecer nesta sexta-feira (10), às 15h na Prefeitura de Cuiabá.

De acordo com o diretor de comunicação do sindicato, Dr. Adeildo Lucena, afirmou que o Sindimed está a praticamente um ano solicitando por meio de oficio para que uma reunião com o prefeito e o secretário de saúde fosse realizada, afirmou ainda que não há interesses políticos.

“Tem praticamente 01 ano que o sindicato está pedindo por ofício para que o prefeito ou o secretário de Saúde recebesse a diretoria para discutir assuntos como falta de condições de trabalho, falta de medicamentos e falta de médicos nas unidades de saúde nos plantões. E nunca éramos recebidos. Não temos interesses políticos só queremos que os assuntos da saúde de Cuiabá sejam resolvidos. Sabemos que a prefeitura está investindo em estrutura física, mas sem pessoal e sem condições de trabalho como medicamentos a saúde não melhora”, afirmou.

O sindicato havia indicado que poderia entrar em greve caso uma negociação com a categoria não fosse iniciada, o sindicato solicitava ainda que fosse pago o décimo terceiro salário, reivindicação que foi atendida e com isso um diálogo foi aberto com o sindicato, porém faltam ainda se discutir as condições de trabalho e os acordos descumpridos.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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