MUDANÇA ADMINISTRATIVA

Prefeitura de Cuiabá realiza reforma na Estação Alencastro

Executivo irá repassar administração às empresas de ônibus

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Política

Foto: Luiz Alves - Secom Cuiabá

A Prefeitura de Cuiabá está realizando obra de manutenção na estação Alencastro, na Avenida Getúlio Vargas, centro da capital, e até o final do mês de agosto, a Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) irá concluir o termo de entrega de responsabilidade do espaço para a Associação Matogrossense dos Transportadores Urbanos (MTU). Em setembro, as estações Bispo e Ipiranga seguirão o mesmo processo. 

Conforme o secretário de Mobilidade Urbana, Juares Samaniego, a Semob que até então é responsável por gerir o local, passará a atuar como órgão fiscalizador e regulador. ” Com a obra concluída, até o final do mês a estação  Alencastro estará entregue para as empresas de ônibus gerenciar. Sendo assim, cuidando da manutenção e tudo que for ligado a estação. A Semob vai fiscalizar a qualidade do serviço prestado pela AMTU a população. E em setembro,  as estações Bispo e Ipiranga também serão repassadas à MTU”, comentou o secretário.
Segundo o diretor de Transportes da Semob, Nicolau Budib, as televisões serão retiradas e futuramente serão instalados painéis leds. A troca de aparelhos é para inibir ações de vandalismo, roubo ou furto. “A princípio serão retiradas, mas a população não será prejudicada.  Serão colocados painéis com letreiros  e ainda, a população contará  com sempre com a presença de agentes por perto”, explicou ele. 
A reforma na Alencastro inclui, pintura, troca de  vidros, manutenção nas portas eletrônicas,  limpeza do ar-condicionado e outros. 
A Estação Alencastro é  o ponto de parada mais utilizado pelos usuários do transporte público que seguem destinos para os bairros:  Santa Amália, Terminal do CPA I, Grande Terceiro, Terminal Antártica, Jardim Gramado, Santa Terezinha, Pedra 90, entre outros. São cerca de 20 mil pessoas ao dia que utilizam a estação. 
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Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT

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O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.

A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.

A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.

Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.

A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.

A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.

O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.

Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.



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