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Licenciamento de veículos com placa final 1 vence em 31 de janeiro

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Da Redação

Proprietários de veículos com placas final 1 têm até o próximo dia 31 de janeiro para efetuar o pagamento do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos (CRLV) anual. O documento, tanto para carro quanto para moto custa R$ 126,06 e a emissão pode ser feita em qualquer unidade do Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT), pelo site oficial da autarquia (www.detran.mt.gov.br) ou através do aplicativo “MT Cidadão”, que pode ser baixado em qualquer aparelho celular com tecnologia Android ou IOS.

O Detran-MT reforça que, para conseguir emitir o licenciamento anual do veículo, os motoristas precisam pagar todos os tributos, como o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que este ano poderá ser quitado em cota única ou parcelado em até seis vezes no boleto pela Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz).

Outro valor a ser pago para emitir o licenciamento é referente ao Seguro DPVAT, que continua com o pagamento obrigatório, conforme decisão recente do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendendo a Medida Provisória nº 904, editada pelo presidente Jair Bolsonaro, em 11 de novembro.

O diretor de Veículos do Detran-MT, Augusto Cordeiro, lembra ainda que, para conseguir emitir o licenciamento, além do pagamento do IPVA e Seguro DPVAT, também é preciso que o motorista quite possíveis multas para a regularização do veículo.

Atualmente, o processo de emissão do licenciamento anual do veículo representa mais de 50% da demanda diária de atendimentos do Detran-MT.

Entrega em casa

O proprietário do veículo também tem a opção de receber o licenciamento em casa, via Correios. Para isso, é necessário que o endereço esteja atualizado junto ao Detran-MT, e marcar, durante a requisição, a opção “RECEBA O SEU DOCUMENTO EM CASA”.

Os proprietários que estiverem com o endereço desatualizado no banco de dados do Detran-MT devem comparecer a uma unidade da autarquia com o comprovante de residência, documentos pessoais e do veículo para atualizar o cadastro.

Foto: Detran-MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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