Mato Grosso

Site do Sintep sofre terceiro ataque hacker em menos de um mês

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Mato Grosso

Da Redação

O site do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep) foi alvo de um ataque hacker nesta segunda-feira (06), está não é a primeira vez que o sindicato sofre este tipo de ataque.

Quem acessou o site durante a manhã desta segunda-feira se deparou com uma mensagem pelo hacker que assinou como “DemonSad”. No site o hacker deixou uma espécie de poema “Em cada passo eu me sinto acelerado, eu tô [sic] com pressa, então já toma esse hacked.” Diz a mensagem deixada pelo hacker.

Em nota, a assessoria de imprensa do sindicato informou que está não é a primeira vez que o site da instituição sofre ataques, disse ainda que este já é o terceiro ataque em menos de um mês.

Ainda de acordo com o Sintep, a empresa que administra o site, que existe desde 2010 e está sendo reformulado, decidiu reconstruir o sistema de segurança, com isso, novos ataques poderão ser evitados, a empresa ainda está verificando se o ataque causou algum dano grave no site. O site continua fora do ar.

Em uma busca rápida através do Google utilizando a assinatura do hacker, é possível observar que o mesmo grupo é responsável por vários ataques e vazamentos de dados em vários lugares do país, principalmente em órgãos públicos.

A registros por exemplo, de ataques ao Ministério da Educação, Secretaria de Estado de Fazenda de Minas Gerais, Universidade Federal de São Carlos, entre outros.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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