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PRF reduz em 43% o número de feridos em acidentes durante a Operação Ano Novo

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Da Redação

A Polícia Rodoviária Federal  encerou nesta quarta-feira (01) a Operação Ano Novo, realizada entre às 00h do dia (28) e às 23h59m do dia 01 de janeiro.
Considerando o mesmo período no ano passado em Mato Grosso, houve uma redução de 43% no número de feridos em acidentes de 49 (2018) para 28 (2019), 9% no número de acidentes de 23 (2018) para 21 (2019), não foi registrado nenhuma morte durante o período da Operação.
Com o objetivo principal de prevenção de acidentes de forma ostensiva a PRF fiscalizou 4.065 veículos e 4.648 pessoas, realizando 2.065 testes de etilômetro sendo emitidas 1.371 autuações por diversas infrações, como ultrapassagem indevida (243), não uso do cinto de segurança (120) e alcoolemia (39) desses 10 condutores foram encaminhados por dirigir sob influência de álcool.
Foram realizadas ações educativas em vários terminais rodoviários do estado em conjunto com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), com o objetivo de conscientizar passageiros sobre a importância do uso do cinto de segurança, e maneira correta de acondicionamento das bagagens de mão, além das fiscalizações para verificar as condições de segurança dos veículos de transporte coletivo o motorista foi submetido ao teste do etilômetro. No Terminal Rodoviário Engenheiro Cássio Veiga de Sá em Cuiabá foram fiscalizados 20 ônibus atingindo com a ação educativa 451 passageiros.

Foto: PRF

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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