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Cuiabá é a cidade mais desejada por redes de franquias

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Da Redação

Cuiabá, capital do Mato Grosso, é hoje a cidade mais desejada das franquias. Foi o que mostrou os dados da Associação Brasileira do Franchising (ABF), no qual o município saltou do 29º lugar para o 1º na lista de regiões com a maior inauguração de unidades no primeiro semestre de 2019. A abertura dos novos negócios resultou no crescimento de 20% em relação ao mesmo período do ano passado. 

os últimos anos, o franchising tem expandido para locais fora do eixo Rio-São Paulo, revela o estudo. O processo é chamado de interiorização e tem atraído grandes redes. No panorama geral, Cuiabá passou de 534 franquias para 642 redes em funcionamento em menos de um ano.

Segundo o levantamento mais recente do IBGE, a cidade tem mais de 600 mil habitantes, com um Produto Interno Bruto (PIB) per capita de R$ 37 mil.

Entre os segmentos com maior crescimento na capital mato-grossense estão: Limpeza e Conservação (44%), Moda (40%), Comunicação, Informática e Eletrônicos (40%), Serviços e Outros Negócios (37%), Saúde Beleza e Bem-Estar (14%) e Alimentação (12,8%).

Foto/Fonte: Terra (UOL)

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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