Imunização

Prefeito de Rosário Oeste reivindica sete mil doses para vacinar população de 18 a 39 anos contra Covid-19

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Política

Da Redação 

Com objetivo de imunizar a maior parte da população o quanto antes, o prefeito de Rosário Oeste, Alex Berto está solicitando ao Ministério Saúde, através do Conselho de Saúde do Estado de Mato Grosso, sete (07) mil doses da vacina contra Covid-19.

De acordo com o prefeito, este lote daria para imunizar as pessoas que se enquadram nas idades entre 18 a 39 anos.

Como a cidade de Rosário Oeste, que fica 100km de Cuiabá, é cortada por duas rodovias de grande fluxo de veículos, estadual e federal, Alex Berto tem a justificativa de que o município sofre influência constantemente, de contingente de pessoas, oriundas de outras regiões do Brasil, até mesmo de outros países.

Foto: omatogrosso

“Para preservar a saúde da população rosariense, estamos solicitando essas doses, porque temos a informação de que o governo do estado vai liberar lotes adicionais de vacinas, aos municípios que ficam nas fronteiras do Estado, com estradas de origem em outros países, com objetivo de imunizar toda população daquela região”, ressaltou Berto.

Desde quando assumiu o mandato de prefeito, que Alex Berto vem atuando com ações de prevenção, combate, tratamento e vacinação contra Covid-19, que vai desde abertura de posto de rastreamento, com teste, medicamentos preventivos, desinfecções dos locais públicos, abertura de leitos de UTI, e vacinação, conforme orientação classificatória de prioridades e idades.

“Estamos atravessando um momento crítico na história da humanidade, mas tenho fé em Deus e confiança em nossos profissionais, que atuam dia e noite, para preservar a vida da população rosariense”, declarou Alex Berto.    

Foto: REUTERS/Amanda Perobelli

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Gaeco investiga denúncia de que Tião da Zaeli teria financiado eleição de Wanderley em VG

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O ex-vice-prefeito de Várzea Grande Tião da Zaeli é citado em uma denúncia encaminhada ao Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) como suposto financiador da eleição de Wanderley Cerqueira à presidência da Câmara Municipal. Segundo o relato, o apoio teria como objetivo garantir vantagens para três empresas com interesses no município. A suspeita integra o inquérito da Operação Cathedra Venalis, deflagrada na terça-feira (20), que apura possíveis crimes de corrupção, extorsão e compra de votos no Legislativo.

Conforme o Relatório de Informações nº 03/2026, o denunciante afirmou ter participado de uma reunião com o vereador Kleberton Feitoza em 2024, antes da posse da prefeita eleita Flávia Moretti (PL). Na ocasião, Kleberton teria mencionado a participação de Tião da Zaeli no financiamento da disputa pela Mesa Diretora, com a intenção de garantir a eleição de Wanderley e fortalecer a influência do grupo sobre decisões da administração municipal.

A denúncia cita três empresas que, segundo o relato, poderiam ser beneficiadas pela articulação: a WR Cerqueira Construtora Ltda., apontada pelo denunciante como pertencente a um filho de Wanderley; a União Transporte e Turismo Ltda., responsável pelo transporte coletivo de Várzea Grande; e a Construtora Nhambiquaras Ltda. A suspeita é de que o apoio à eleição do presidente da Câmara estaria relacionado à obtenção de vantagens junto ao Executivo municipal.

Denúncia menciona possível plano contra a prefeita

O relato encaminhado ao Gaeco também levanta a hipótese de que a articulação política teria como objetivo afastar Flávia Moretti do comando da Prefeitura. De acordo com o denunciante, o grupo buscaria controlar a Mesa Diretora para viabilizar a abertura de um processo político-administrativo que pudesse resultar na cassação da prefeita.

Nesse cenário, a intenção inicial seria permitir que Tião da Zaeli assumisse o Executivo municipal. Ainda conforme a denúncia, após a renúncia dele ao cargo de vice-prefeito, o suposto plano teria sido alterado, passando a considerar Wanderley como possível beneficiário da linha sucessória.

As informações fazem parte das hipóteses investigadas e não comprovam que tenha existido uma articulação efetiva para afastar a prefeita ou alterar o comando da administração municipal.

A Operação Cathedra Venalis também reúne relatos sobre supostos pagamentos mensais a parlamentares, ofertas de dinheiro em troca de votos e pressões políticas relacionadas à eleição da Mesa Diretora. Entre os alvos das diligências estão vereadores de Várzea Grande e os parlamentares de Cuiabá Ilde Taques e Alex Rodrigues.

O Gaeco busca esclarecer se houve financiamento ilícito da disputa e se interesses econômicos teriam influenciado a composição do comando do Legislativo municipal.

Até o momento, o relatório citado não comprova que Tião da Zaeli tenha financiado a eleição de Wanderley, que as empresas mencionadas tenham participado de irregularidades ou que tenha sido executado um plano para cassar Flávia Moretti. As informações têm como base o relato de um denunciante e dependem de confirmação por outras provas no decorrer da investigação.



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