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Governo entrega revitalização de escola estadual em Rondonópolis

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Da Redação

O Governo do Estado entregou, oficialmente, nesta sexta-feira (20.12), a revitalização da Escola Estadual Emanuel Pinheiro, localizada no município de Rondonópolis (a 212 quilômetros ao sul de Cuiabá). A reforma da escola está entre as obras da Educação que estavam paralisadas e foram retomadas este ano. Para a realização da reforma geral, o Governo investiu recursos na ordem de R$ 660,7 mil.

Segundo a secretária de Estado de Educação, Marioneide Kliemaschewsk, a Emanuel Pinheiro é uma das escolas mais antigas de Rondonópolis e precisava passar urgente por uma intervenção, pois há anos funcionava sem ter uma infraestrutura adequada.

“Hoje, ao entregar essa revitalização, me sinto imensamente feliz por estar cumprindo com alguns desafios na educação do Estado. Essa obra garantiu melhor espaço e melhor qualidade na infraestrutura para atender as mais de 400 crianças que aqui estão matriculadas e abrindo a oportunidade de mais 80 vagas para 2020”.

Segundo a secretária, esta foi a primeira do total de quatro obras que estavam paradas e que foram retomadas em Rondonópolis. Além da Emanuel Pinheiro, as escolas Marechal Dutra e a Adolfo Augusto de Moraes também passarão por reforma geral. A obra da Marechal já foi retomada e a da Adolfo está em processo de licitação. Ainda em Rondonópolis, o Governo do Estado retomará, nos próximos dias, a obra de construção de uma escola nova no bairro Jardim Maria Tereza.

“Além dessas quatro obras, 36 escolas em Rondonópolis serão contempladas com alguma ação de infraestrutura para dar condições mínimas de funcionamento e atendimento a nossas crianças. Uma delas será o plano de manutenção das unidades, contemplando com algum tipo de intervenção, como a troca de piso, troca de telhado, pintura, entre outros”, explicou.

“Em todo o Estado, do total de 95 obras que estavam paralisadas já retomamos 80 e em breve retomaremos as outras 15”, acrescentou a secretária.

Revitalização

A escola passou por reforma dos banheiros, cozinha, biblioteca e dependências administrativas, incluindo adaptação para pessoa com deficiência; substituição de toda a cobertura, com a troca da estrutura de madeira por armação metálica; substituição da telha de barro por cobertura isotérmica; pintura completa; troca do piso e do azulejo; nova instalação elétrica, com condições de climatização de todas as oito salas de aula.

A escola também recebeu troca de todos os mobiliários e equipamentos, incluindo climatização de todas as salas.

A diretora da escola, Shirley Valuz, destacou que os alunos estão tão empolgados e motivados que o número de faltas reduziu bastante desde que começaram a estudar no novo prédio. “Esse ambiente é mais agradável, acolhedor, ou seja, se transformou em uma escola atrativa. Hoje temos alunos mais empenhados e dedicados nos estudos”, avaliou.

A aluna do 9º ano Ana Bárbara de Araújo Sales, 15 anos, comemorou a mudança e evolução da escola. Ela estuda na Emanuel Pinheiro desde o 3º ano do ensino fundamental e diz que nunca esteve em um ambiente tão bonito e acolhedor.

“Os aparelhos de ar-condicionado substituíram os ventiladores de teto, que estavam quase caindo. Ficar naquelas salas calorentas e apertadas era uma sensação muito ruim. A escola mudou para melhor e essas mudanças são muito boas para a educação”, disse.

Para Ana Clara de Almeida, também do 9º ano, a mudança ajudou na melhoria da aprendizagem, porque agora estão em um ambiente mais saudável e harmonioso.

“A nova escola transmite um sentimento diferente, pois se transformou num ambiente seguro e gostoso. Antes da reforma, as salas eram abafadas e o telhado estava péssimo. Teve um dia que ele quase caiu nas nossas cabeças. Essa reforma veio na hora certa”, contou.

A cerimônia de entrega da revitalização da escola contou com várias apresentações, que integraram também as comemorações de Natal, como coral, música, dança e encenação teatral do nascimento de Jesus.

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Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT

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O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.

A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.

A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.

Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.

A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.

A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.

O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.

Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.



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