Mato Grosso

Jovem é preso em, flagrante roubando televisores enquanto dono de residência dormia

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Da Redação

A Polícia Militar (PM) prendeu em flagrante na madrugada desta terça-feira (10) um homem acusado de furtar uma residência no bairro Boa Esperança, em Cuiabá.

De acordo com as informações, D.I.A.S, 23 anos, teve sua ação criminosa frustrada por policiais que faziam rondas pela Avenida Arquimedes Pereira Lima, ainda de acordo com as informações, os policiais viram o suspeito carregando televisores para dentro de um veículo VW Fox que estava estacionado na frente da residência.

No momento que percebeu a presença dos policiais, o suspeito saiu correndo para tentar fugir da guarnição, porém foi abordado pelos policiais. Durante a abordagem ele confessou que estava furtando os produtos da residência.

O suspeito acrescentou que tirou o portão dos trilhos, arrombou a porta e encontrou a chave no veículo sobre um móvel. Durante todo esse tempo, o proprietário do imóvel dormia no quarto e só acordou com a insistência dos policiais batendo na janela. Dentro do veículo, já estavam dois televisores de 43 polegadas.

Após ser abordado o suspeito foi encaminhado para a Central de Flagrantes de Cuiabá onde foi lavrado um boletim de ocorrência e posteriormente foi apresentado para a Polícia Judiciária Civil (PJC) que tomou as medidas cabíveis.

Foto: PM-MT

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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