Política
Jackson Coutinho assume cargo de juiz membro do TRE-MT
Política
Da redação
O advogado Jackson Coutinho tomou posse no cargo de juiz membro do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE) na manhã desta sexta-feira (06). Está é a segunda vez que o advogado assume uma cadeira no órgão, em 2017 ele foi eleito para a função de juiz substituto.
O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM), acompanhou a posse e desejou sorte para o advogado na nova passagem pelo TER, afirmou ainda que Jackson tem o respeito da sociedade e a experiência de quem já contribuiu com a Justiça Eleitoral.
Coutinho ficará na função de juiz membro por dois anos, o advogado foi escolhido através da lista tríplice pelo presidente Jair Messias Bolsonaro, após a eleição do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT).
De acordo com o jurista a principal bandeira será o combate a desinformação e notícias falsas principalmente no momento de renovação que o país vive.
Foto: Christiano Antonucci
Política
Blairo e Eraí Maggi articulam nome de Avalone para vaga no TCE-MT
A disputa por uma possível vaga no Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT) ganhou novos atores nos bastidores políticos. Os empresários do agronegócio Blairo Maggi e Eraí Maggi teriam entrado nas articulações para apoiar o deputado estadual Carlos Avalone (PSDB) na disputa por uma cadeira na Corte.
A movimentação ocorre em meio às conversas sobre uma possível aposentadoria de um dos conselheiros do Tribunal. Além de Avalone, os deputados Dilmar Dal Bosco e Eduardo Botelho também são citados entre os nomes interessados na vaga, cuja indicação cabe à Assembleia Legislativa.
De acordo com as informações divulgadas, a intenção dos empresários seria fortalecer o nome de Avalone para ocupar a cadeira caso ela seja aberta. O deputado foi reeleito neste ano e, se escolhido pelo Legislativo, ainda precisaria passar pelos procedimentos de aprovação e nomeação para assumir o cargo.
Uma eventual saída de Avalone da Assembleia provocaria mudanças na composição da bancada do PSDB. Nesse cenário, quem poderia retornar ao Parlamento seria Juca do Guaraná, primeiro suplente da legenda nas eleições deste ano.
A articulação atribuída aos Maggi acrescenta mais um grupo de influência à disputa, que também envolve interesses relacionados à permanência de outros parlamentares na Assembleia. Aliados de Júlio Campos, por exemplo, defendem a indicação de Dilmar Dal Bosco ao TCE-MT, o que abriria caminho para o retorno de Júlio ao Legislativo como suplente.
Apesar das movimentações, ainda não há confirmação de que a vaga será aberta nem de que algum dos nomes citados será escolhido. As conversas permanecem no campo das articulações políticas, enquanto a definição depende dos próximos desdobramentos no Tribunal de Contas e na Assembleia Legislativa.
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