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Acidente em Sorriso mata um e deixa adolescente em estado grave na UTI

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Da Redação

Um grave acidente foi registrado na tarde deste domingo (01) na Avenida Mário Raiter, no bairro Village, em Sorriso (420 km de Cuiabá).

De acordo com as informações, uma motocicleta Honda Biz, cor azul, colidiu com um veículo Hyundai HB20, cor branco. A motocicleta estava sendo conduzida por um homem identificado como Elizeu Silva Cunha, 33 anos, que morreu no local, na garupa, estava uma adolescente de 13 anos que não teve o nome revelado, porém foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e foi encaminhada para o hospital, segundo informações, a adolescente está em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), do  Hospital Regional de Sorriso e precisou passar por cirurgia para uma correção de trauma na bacia, além disso, a jovem teve fratura exposta no fêmur, traumatismo craniano grave e neste momento encontra-se entubada.

Já o condutor do HB20, estava desacordado e com escoriações pelo corpo, ele também foi encaminhado para o hospital e não corre risco de vida.

De acordo com a polícia, a versão mais consistente do fato é de que o veículo de passeio seguia pela avenida quando o condutor teria perdido o controle da direção e acabou batendo na moto que vinha no sentido contrário.

Uma equipe de Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) esteve no local onde realizou os trabalhos periciais, o corpo de Elizeu foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML), após os trâmites o corpo será liberado para o funeral que deverá acontecer nesta terça-feira (03), em Sorriso.

Foto: Lucas Torres

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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