Mato Grosso

Após matar esposa, homem tenta suicídio mas é impedido por populares

Publicado em

Mato Grosso

Da Redação

Uma mulher foi morta a golpes de faca na tarde desta sexta-feira (29) em uma residência localizada na rua Paraná, no bairro Altos da Glória, em Sinop (480 km de Cuiabá).

A vítima foi identificada como Doracy Ribeiro Pacheco, 58 anos, ela foi encontrada em um dos quartos já sem vida, o principal suspeito do crime é o marido que não teve a identidade revelada.

De acordo com testemunhas, momentos antes do corpo ser encontrado, vizinhos ouviram uma discussão do casal, momentos depois da discussão o marido saiu sozinho da residência e teria tentado se enforcar em uma árvore. Um homem que passava pelo local impediu que o marido da vítima cometesse suícidio, após ser impedido ele fugiu.

Após buscas, o homem foi localizado pela Polícia Militar (PM) em uma residência abandonada no mesmo bairro onde ele mora. O homem foi preso e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil para prestar esclarecimentos.

O local do crime foi isolado até a chegada de uma equipe de Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) que fizeram os trabalhos períciais. O corpo de Doracy foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) onde irá passar por exames de necropsia.

Até o fechamento desta matéria ainda não havia sido divulgada a motivação do crime, agora a Polícia Judiciária Civil (PJC) investiga o crime.

Foto: Só Notícias

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Mato Grosso

TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

Publicados

em


O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA