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Deputado Botelho diz que atuar por Mato Grosso “é mais do que dever”

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Da Redação

O deputado estadual Eduardo Botelho, atual presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, já contabiliza 45 projetos apresentados no primeiro semestre de 2019. Essa mobilização envolve distintas atividades sociais extra-assembleia, observou, afirmando que nunca foi adepto de atuação restrita a gabinetes. O deputado ainda é autor de uma série de leis ordinárias, destacando-se no âmbito da Casa de Leis do Estado por estabelecer manter franca interlocução entre Parlamento e governo. Ele explica que o contrário disso implica em fator dificultador ao pretendido diálogo construtivo entre os Poderes, para efetivamente beneficiar Mato Grosso.

“Primeiramente, acreditamos no potencial do Estado, no empreendedorismo de seus habitantes e na própria capacidade evolutiva de todos os segmentos explorados. Principalmente na expansão de fronteiras empresariais e do agronegócio. Ao promover iniciativas políticas que se reflitam em melhorias nesses setores, abraçamos seguramente a população mato-grossense, ofertando melhor qualidade de vida”.

Os 45 projetos de lei que apresentou no primeiro semestre incidem diretamente nessa área, segundo explica Botelho, reforçados por leis ordinários e 64 indicações voltadas aos municípios carentes do Estado. “Eu testemunhei a crítica fase econômica pela qual passamos recentemente. O pior, creio, já foi superado, pois houve entendimento parceiro unificado dos Poderes. Fizemos essas ponte conscientes de que era a melhor opção para MT voltar a ser independente e próspero. Com certeza, muitos produtores, comerciantes e empresários agora suspiram mais aliviados”.

O deputado Eduardo Botelho disse ainda que sempre esteve receptivo para ouvir seus colegas de bancada parlamentar,  atitude que considera importante para alinhar forças e dissolver demandas de força intempestiva na economia mato-grossense. “Se você não reagrupa parceiros e busca aliados eventuais, aí fica mais difícil ir avante com projetos que contemplem a coletividade social, incluindo a estrutura governamental vigente, órgãos e serviços. Pensando assim é que temos obtido graduações impensadas quando da implosão temorosa de tantos problemas que quase engessaram o Estado no início do atual governo” (Mauro Mendes).

Conforme externou, a Assembleia Legislativa adotou o sistema de portas abertas à população, “a fim de ouvir, discutir, propor e finalmente estabelecer um traçado de consenso às dificuldades ou metas expostas”. Botelho tem orgulho da instituição que preside, salientando que em janeiro último foi desencadeada uma força-tarefa no sentido de defender os interesses dos servidores públicos.  Citou, como exemplo, os debates centralizados sobre a Revisão Geral Anual, a busca de consenso para colocar fim à greve dos servidores da Educação, e a aprovação do pacote de medidas econômicas e dos incentivos fiscais. 

Redação, com apoio da jornalista Itimara Figueiredo            

Foto: ALMT

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Eleições de 2026 têm menos de 2% de candidatos LGBTQIAPN+

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Pela primeira vez nas eleições gerais, as estatísticas eleitorais feitas com dados fornecidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) trazem os dados sobre a orientação sexual e a identidade de gênero dos candidatos. Os números divulgados até a tarde de terça-feira (18) revelam que, dos 20.575 candidatos registrados, 1,93% se declararam bissexuais, gays, lésbicas, pansexuais ou assexuais. Os que se declararam transgênero representam 0,51% do total de candidaturas.

Os números divulgados TSE revelam, ainda, um aumento no percentual de candidatos com deficiência, indígenas e de origem asiática com relação a 2022. O percentual de brancos, pretos e pardos registrou pequenas variações.

Os dados fazem parte das estatísticas de candidaturas disponíveis na página do TSE. Os números ainda não são definitivos e podem sofrer variações à medida que os pedidos de candidatura são avaliados pelo tribunal.

Declaração opcional

A inclusão dos campos de orientação sexual nos formulários de registro de candidatura começou em 2024, nas eleições municipais. Esta é a primeira vez que esse tipo de estatística aparece nas eleições gerais, para os cargos de presidente, governador, senador e deputado federal, distrital e estadual.

A declaração é opcional. A maioria dos candidatos optou por declarar sua orientação, mas o número dos que não declararam ainda é próximo da metade. No total, 55,09% optaram por declarar e 44,91% de candidatos que optaram por não preencher esses dados. Já a informação sobre a identidade de gênero foi compartilhada por 57,75% dos candidatos, contra 42,25% que não quiseram informar.

Entre os candidatos que declararam orientação sexual, 3,58% são LGBTQIAPN+. Quando considerado o número total de candidatos da eleição geral de 2026, de 20.575 registrados, o percentual de candidatos LGBTQIAPN+ cai para 1,93%

20260819_candidaturas_minorias_orientacao_sexual.jpg

Já os que se identificam como transgênero representam 0,89% dos candidatos que optaram por preencher esse dado. Quando considerado o total de candidaturas, 20.575, o percentual de candidatos trans cai para 0,51%. O total de candidatos que declararam nome social é de 53 pessoas.

20260819_candidaturas_minorias_identidade_genero.jpg

No recorte racial, os percentuais de 2026 ficaram parecidos com os da última eleição geral. Os brancos ainda são maioria e somam 48,82 % do total de candidatos. O percentual de pardos (36,11%) e de pretos (13,62%) registrou leve variação negativa, enquanto o percentual de indígenas aumentou 0,64% para 0,93%. A variação, de 0,29 ponto percentual, representa um aumento de 45%. Já entre os que, segundo o TSE, se declararam amarelos, o índice subiu 26%.

20260819_candidaturas_minorias_etnia.jpg

O número de pessoas com deficiência que se candidataram a um cargo nas eleições de 2026 também aumentou com relação ao pleito de 2022. Na eleição passada, esse número era de 476 candidatos, que representavam 1,62% do total. Agora são 499 pessoas com deficiência na disputa, que representam 2,42% do total de candidatos. O crescimento no índice foi de 0,8 ponto percentual, o que equivale a 49%.

Dos 499 candidatos com deficiência que concorrem nas eleições de 2026, a maior parte é de pessoas com deficiência física, 39,7%. Em seguida, vêm os candidatos com deficiência visual (21,7%), autismo (14,2%), deficiência auditiva (10,89%). O restante, com outras deficiências, soma 14% do total.

20260819_candidaturas_minorias_deficientes.jpg

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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