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Allan Kardec é exonerado temporariamente do cargo de secretário (Entenda)

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Da Redação

O deputado estadual Allan Kardec (PDT), que ocupa o cargo de secretário de Estado de Cultura, Esporte e Lazer foi exonerado do cargo pelo governador Mauro Mendes (DEM) na manhã desta terça-feira (26).

A informação que foi publicada no Diário Oficial do Estado é referente a uma saída programada do deputado. De acordo com Kardec, desde o início deste ano, quando assumiu a pasta no Estado, teria combinado com o governador que antes de dezembro voltaria ao cargo de deputado para apresentar alguns projetos e emendas.

Além disso, Kardec afirma ainda que seu retorno a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) é justamente para fortalecer a discussão de duas leis especificas, a primeira trata sobre incentivos a cultura e a segunda é a Lei Geral do Esporte, que segundo o deputado são leis importantes que precisam ser aprovadas.

Kardec afirmou ainda que irá aproveitar o momento para se reunir com prefeitos do Partido Democrático Trabalhista (PDT) e com alguns vereadores para tratar de emendas parlamentares.

As reuniões devem acontecer nos próximos três dias, período no qual Kardec ficará afastado do cargo de secretário. O deputado irá aproveitar o curto período de tempo na Casa de Leis para apresentar títulos de cidadão mato-grossenses.

A expectativa é de que o parlamentar retome as atividades na secretária já na próxima sexta-feira (28).

Foto: ALMT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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