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Governador Mauro quita folha de outubro na véspera do feriado

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Da Redação

Dando continuidade ao Plano de Metas da gestão, o Governo do Estado anunciou hoje (13) que o pagamento da folha salarial de outubro será concluído nesta quinta-feira (14.11), véspera do feriado da Proclamação da República.  A quitação dos encargos engloba o funcionalismo público ativo, aposentados e pensionistas. Na segunda e última parcela será depositado o restante do salário para quem recebe acima de R$ 5,5 mil. 

A Secretaria de Fazenda informou que hoje (13) foram encaminhadas as ordens de pagamento ao Banco do Brasil para processamento e depósito nas respectivas contas. Os depósitos perfazem um total de 96,403 milhões. Foi destacado  que essa tem sido normativa do governo, além de se constituir como prioridade absoluta no contexto da administração. O governador Mauro Mendes também anunciou que sua gestão tem por foco priorizar o funcionalismo ao pagar a folha “ainda dentro do mês”.

“O servidor público é o nosso maior bem patrimonial do Estado. Sem ele, nada funciona. E ao quitarmos a folha rigorosamente em dia, automaticamente oficializamos o grande respeito e reconhecimento que temos à figura humana e tão importante representada pelos que compõem o quadro do funcionalismo estadual. São nossos colaboradores pontuais e responsáveis por essa gama evolutiva de Mato Grosso”, afirmou o governador.

No sábado, dia 09, foram depositados até R$ 5,5 mil nas contas dos servidores, quitando na ocasião 80,79 % da folha, com um valor total de R$ 405,598 milhões. A folha total de pagamento do mês de outubro soma R$ 502.002.743,35.

Foto: Secom/MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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