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Agência Nacional das Águas (ANA) detalha diagnóstico realizado na Bacia do Alto Paraguai

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Da Redação

Representantes da Agência Nacional das Águas (ANA) estiveram na sede da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) para apresentar informações sobre o diagnóstico que está sendo realizado para avaliar o impacto dos empreendimentos energéticos que podem vir a ser instalados na Bacia Hidrográfica do Alto Paraguai (BAP). O estudo servirá de base para construção de nota técnica sobre o tema.

“Podemos garantir que formamos um grupo com os melhores pesquisadores brasileiros sobre os assuntos em pauta. Acreditamos que essa análise servirá, inclusive para nortear outras políticas públicas de desenvolvimento sustentável”, projeta o superintendente de Planejamento da ANA, Sergio Ayrimoraes.

Iniciados em novembro de 2016, os estudos são realizados em parceria com universidades e órgãos estaduais. Um dos principais resultados esperados é a delimitação e diferenciação entre as áreas consideradas prioritárias para preservação, por serem primordiais na manutenção das rotas migratórias dos peixes e aquelas consideradas menos importantes para a ictiofauna, permitindo a implementação de empreendimentos energéticos.

A pesquisa também avalia se a implementação de empreendimentos energéticos acarreta em impactos significativos no regime hidrológico dos rios da região.

“O dado científico virá para desmistificar as dúvidas que existem em relação aos impactos que esses empreendimentos podem causar tanto no regime das águas, quanto no comportamento dos peixes”, explica a secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti.

De acordo com o diretor da ANA, Marcelo Cruz, o mesmo trabalho de apresentação será feito com o Governo de Mato Grosso do Sul unificando os entendimentos sobre a dinâmica da bacia que abrange as duas unidades da federação. 

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Moradores relatam falta de água e problemas no asfalto

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Durante a realização da Ouvidoria Itinerante no Centro Comunitário do bairro Asa Bela, em Várzea Grande, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio da Ouvidoria Geral, promoveu uma vistoria em sete bairros da região para ouvir de perto as principais demandas da população. A iniciativa integrou a programação da ação realizada no sábado (26) e teve como objetivo aproximar ainda mais a instituição da realidade vivenciada pelos moradores.A equipe da Ouvidoria percorreu os bairros Asa Bela, Asa Branca, Jardim Eldorado, Cidade de Deus, Ataíde Ferreira, Renato Santos e Alice Gonçalves, onde conversou com lideranças comunitárias e moradores para identificar problemas que afetam o cotidiano da população e necessitam de atenção do poder público.Entre as principais reclamações apresentadas à equipe do Ministério Público estão questões relacionadas ao abastecimento de água e às condições da infraestrutura viária. Os relatos apontam dificuldades enfrentadas pelos moradores devido à falta de regularidade no fornecimento de água e à deterioração de ruas e avenidas, situação que compromete a mobilidade e a segurança de motoristas, ciclistas e pedestres.“Vamos encaminhar diretamente para a Secretaria de Infraestrutura da prefeitura de Várzea Grande, porque realmente esses sete bairros precisam de manutenção no asfalto”, destacou a procuradora de Justiça e ouvidora-geral do MPMT, Eliana Cícero de Sá Maranhão Ayres Campos.Durante as visitas, moradores destacaram que alguns dos trechos com problemas na pavimentação já foram palco de acidentes graves, inclusive com registro de mortes, reforçando a necessidade de intervenções que garantam mais segurança à população.“O problema do bairro é infraestrutura e falta de águas. As ruas estão com muitos buracos e nós já tivemos acidentes com morte por aqui. Nós procuramos a Ouvidoria do Ministério Público pra fazer esse canal com o Poder Público”, asseverou o vice-presidente da Associação de Moradores do Asa Bela, Teodoro Monge de Arruda.A vistoria integra a proposta da Ouvidoria Itinerante de levar o Ministério Público para mais perto das comunidades, ampliando os canais de comunicação com a sociedade e possibilitando que as demandas locais sejam acompanhadas diretamente pela instituição. A partir das informações coletadas durante as visitas, serão adotadas as medidas cabíveis para análise e encaminhamento das questões apresentadas pelos moradores.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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