Mato Grosso

Casal é preso com 7kg de droga escondida na geladeira

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Mato Grosso

Da Redação

A Polícia Militar por meio da “Operação Corpus Christ” prendeu um casal e outro suspeito com mais de 7kg de maconha. A droga estava escondida em uma geladeira de uma residência, na noite da última sexta- feira (21.06), em Rondonópolis.

Policiais realizavam patrulhamento no bairro Jardim Morumbi, quando suspeitaram do casal W.J.S. (21) e P.S.S.S. (28) em uma motocicleta. A mulher carregava uma mochila volumosa. Na abordagem do casal foram apreendidos dois tabletes grandes de maconha. Os suspeitos disseram à PM que iriam entregar a droga para outra pessoa, como serviço de disque droga.

Os dois suspeitos  que moram no bairro Magnólia disseram aos policiais que na residência deles haveria mais entorpecentes. Em diligência ao local indicado, os policiais militares encontraram mais cinco tabletes grandes de maconha dentro da geladeira da residência. Na casa, outro suspeito foi preso, R.S.L.(18); foi constatado que o homem tem passagem pela polícia por tráfico de drogas.

Ao todo a PM apreendeu 7.745 kg de entorpecentes, mais uma balança de precisão. Os três suspeitos foram encaminhados à delegacia por tráfico de drogas.

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Mato Grosso

TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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