Mato Grosso

Doze são presos por tráfico de drogas em Primavera do Leste, Rondonópolis, Tangará da Serra e Confresa

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Da Redação

Foram apreendidas porções de maconha, cocaína e de crack.

Em Primavera do Leste, os policiais receberam informações de que duas pessoas estariam usando entorpecente na praça do bairro Parque Eldorado. No local foram abordados S.R.S. (22) e M.P.S.S. (18) e com eles foram encontrados porção de maconha e dinheiro.

Em Rondonópolis, a guarnição fazia rondas quando viu um homem em atitude suspeita em uma motocicleta no bairro Monte Líbano. G.A.T. (20) foi abordado e na revista pessoal foram encontradas porções de cocaína. Ele ainda disse onde havia comprado a droga. Chegando na residência, houve tentativa de fuga, mas L.A.R. (22) foi contida e com ela foi apreendida porção de cocaína.

Em Tangará da Serra, no bairro Jardim Vitória, os policiais foram acionados, informados que um estabelecimento comercial seria ponto de venda de entorpecente. No local foram abordados A.F.A.P. (22) e W.R.S. (20), com porções de maconha e dinheiro. Durante a ação, A.B.S. (34), foi encaminhada à delegacia por desacato.

Em Confresa, na região central, foram encaminhados à Central de Flagrante da cidade, C.D.C.B, L.K.P.M, e D.GJ., todos com 19 anos, além de P.R.F, (20) e G.S.G, (21), todos com com porções de maconha, pedras de crack e dinheiro.

Todos foram encaminhados às delegacias nas respectivas cidades para as devidas providências.

Serviço

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do disque-denúncia 0800.65.3939. Nesse número, sem custo de ligação, qualquer cidadão pode informar situações suspeitas ou crimes. Exemplos: a presença de foragidos da Justiça com mandado de prisão em aberto e ponto de venda de droga.

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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