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Jovem acusado de homicídio em Rondonópolis é procurado pela Interpol

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Maroan Fernandes Haidar Ahmed de 18 anos teve a passaporte suspenso pela justiça e agora deve passar a ser procurado também pela Interpol. Maroan é acusado do homicídio do empresário Fabio Batista da Silva de 41 anos em novembro de 2018 após uma discussão em uma conveniência em um posto de combustível na região central da cidade.

As imagens do circuito interno do estabelecimento registrou o crime, nas imagens é possível observar o momento que o empresário reclama sobre o farol alto do veículo que o suspeito estava, o que estaria incomodando um grupo de amigos no local. Após é possível observar Fábio caindo ao chão, segundo as informações o acusado teria sacado uma pistola e disparado contra o empresário que chegou a ser socorrido mas veio a óbito.

Maroam responde por homicídio qualificado e posse ilegal de arma de calibre restrito, porém após o crime o suspeito nunca mais foi visto, a alguns meses o acusado teria postado em uma das suas redes sociais fotos onde estaria na praia com o objetivo de despistar as autoridades.

A justiça pede a ajuda da população para chegar até o suspeito, através do Disque Denúncia é possível ajudar as autoridades, a identidade do denunciante é mantida no mais absoluto sigilo.

Foto: Facebook

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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